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TCU encerra análise sobre adoção de tecnologia blockchain em portal de compras do governo

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O Tribunal de Contas da União (TCU) encerrou o processo de análise sobre a tecnologia blockchain no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP). Esse acórdão de número 2513 finalizou a fase de acompanhamento da ferramenta governamental na sexta-feira (25).

A condução da auditoria ficou sob a responsabilidade do ministro Jorge Oliveira dentro da corte federal. O magistrado mapeou os caminhos para a adoção de registros distribuídos nas licitações do Estado.

Todos os ministros presentes no plenário aprovaram o relatório redigido por Oliveira sem discordâncias. Desta forma, o tribunal decretou a conclusão do objetivo delimitado na abertura da apuração.

Integração de tecnologia blockchain nas plataformas de compras

O estudo da autarquia de controle focou na infraestrutura e na abrangência do sistema de contratações do país. Essa plataforma digital centraliza a divulgação das aquisições de produtos por parte da administração pública federal.

A tecnologia blockchain desperta a atenção dos agentes estatais para a segurança dos dados públicos. Os blocos de informação travam os arquivos e previnem fraudes nos contratos fechados com fornecedores particulares.

Uma equipe de auditores verificou as exigências estruturais para suportar a carga de dados na rede descentralizada. O processo entregou diretrizes técnicas para balizar as futuras atualizações no ambiente virtual do governo.

Inteligência artificial ganha espaço para mapear despesas

Além da arquitetura de registros invioláveis, a determinação judicial liberou o uso de algoritmos para novas auditorias. Membros da Unidade de Auditoria Especializada em Tecnologia da Informação (AudTI) prestarão suporte técnico aos colegas da corte.

Os especialistas em tecnologia vão auxiliar a Unidade de Auditoria Especializada em Contratações (AudContratações) nos próximos meses. A nova investigação prioriza o uso de inteligência artificial para ler o histórico das compras do executivo.

Ferramentas automatizadas rastrearão os itens comprados com maior recorrência pelos órgãos do governo federal. A iniciativa cruza informações de contratos diversos para identificar desperdícios de verbas públicas.

Computadores programados executam a leitura de bancos de dados em fração de segundos. A corte busca aplicar a automação para fechar as brechas nos gastos e poupar o dinheiro dos pagadores de impostos.

Comunicação aos ministérios e arquivamento dos autos

Relator do caso no tribunal, Oliveira exigiu a remessa da decisão para as secretarias do poder executivo. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) consta na rota de entrega dos documentos.

Integrantes do Comitê Gestor da Rede Nacional de Contratações Públicas também receberam o acórdão na íntegra. A troca de comunicados alinha as regras de proteção digital entre os planejadores das licitações nacionais.

Ministros do plenário ordenaram a junção final deste processo a um protocolo de auditoria do ano de 2021. Essa fusão de pastas organiza o acervo de pesquisa para o trabalho de outros fiscais em Brasília.

As autoridades votaram a aprovação da análise sob o comando do ministro Walton Alencar Rodrigues. Nenhuma ressalva técnica marcou a reunião dos magistrados escalados para a sessão.

O texto publicado no Diário Oficial da União legitima o emprego de inovações tecnológicas no painel de licitações. Com o aval do tribunal, os gestores públicos assumem o dever de modernizar o controle antifraude do Estado.

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Gustavo Bertolucci

Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

Autor:
Gustavo Bertolucci