Autoridades da América Latina e Europa lançam campanha contra “FakeCoins”

Campanha mira "WebCoins", "AppCoins", "CelebriCoins" e "PiramiCoins".

Uma união entre países da Europa e da América Latina quer combater golpes com criptomoedas, mais especificamente aqueles realizados com as criptomoedas falsas. A campanha FakeCoins tem como objetivo conscientizar os investidores sobre fraudes com ativos digitais em vários países.

De acordo com o site El Observador, a campanha alerta investidores sobre operações fraudulentas de criptomoedas e os muitos golpes que, infelizmente, ainda estão bem difundidos no mercado cripto. Para isso a campanha disponibilizará recursos para que as pessoas possam aprender a identificar golpes e evitar cair nas garras dos golpistas.

A campanha conta com a participação das autoridades policias e judiciais de vários países da América Latina e da Europa, que possuem um certo histórico com a América Latina (principalmente colonizadores).

Participando da campanha conjunta estão os países latinos Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Republica Dominicana e Uruguai. Já os países europeus participantes são a Espanha e Portugal.

A campanha é um esforço coordenado entre o projeto da União Europeia El PacCTO, um programa de cooperação internacional contra o crime organizado, e a Rede Policial Contra o Crime Cibernético na Europa e na América Latina.

Já é possível observar nas redes sociais de diferentes países participantes publicações relacionadas à campanha FakeCoins, como é o caso da Polícia Nacional da República Dominicana.

FakeCoins

Além de informações para ajudar a identificar golpes, a campanha também conta com um canal online de aconselhamento e denúncias, que contém informações sobre golpes, dicas para evitar cair em diferentes fraudes.

Atualmente o site oficial da FakeCoins alerta sobre seis tipos de golpes com criptomoeda s identificados pelas forças de segurança dos países participantes da campanha conjunta.

O site destacou golpes que usam páginas fraudulentas para roubar dados de usuários, ou também esquemas de pirâmide, que prometem altos retornos ou lucros em criptomoedas.

A campanha usou termos “simplificados” como WebCoin, AppCoin, CelebriCoin e PiramiCoin para identificar as modalidades comuns de fraudes.

Os tipos de “moedas falsas” identificados pela campanha FakeCoins e como identificadas. Fonte: FakeCoins.org

Cada uma dessas “Moedas” possuem diferentes características de golpes comuns, desde as criptomoedas usadas em pirâmides até aquelas de “pump e dump” que celebridades costumam promover.

O material educacional é bem simples, o que ajuda muito a pessoas que estão começando no criptomercado a entenderem quando podem estar caindo em golpes, já que pessoas inexperientes são as principais vítimas desse tipo de ação.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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