Empresa brasileira aceitará criptomoedas no B2B

Empresa tem como cliente o SBT, Assaí Atacadista, entre outros.

Celulares realizando transações de pagamento com criptomoedas
Celulares realizando transações de pagamento com criptomoedas

Uma empresa brasileira com atuação em três continentes aceitará criptomoedas no B2B, ou seja, apenas em transações realizadas por empresas clientes. Dessa forma, diz ser pioneira no Brasil em aceitar este novo meio de pagamentos.

Fundada em Porto Alegre, a ilegra é uma empresa de design, software e inovação. No Brasil, ela tem escritório em São Paulo, sendo que em Portugal e EUA há mais duas operações.

Com clientes conhecidos no país, como SBT, Renner, Assaí Atacadista entre outros, a empresa espera inovar ao receber pagamentos de seus clientes.

Empresa brasileira aceitará criptomoedas no B2B,

Desde 2009 o Bitcoin surgiu como uma nova tecnologia financeira descentraliza de pagamentos . A moeda digital pública começou então a trilhar um longo caminho que parece cada vez mais sólido.

Isso porque, um dos fundamentos das moedas é ser utilizada como meio de pagamentos, realidade que só cresce para o bitcoin. Com mais empresas aceitando essa, outras começam a mostrar interesse em pagar e gastar seus satoshis, seja em produtos ou serviços.

Apostando nisso, a ilegra é mais uma empresa brasileira que aceitará criptomoedas, embora faça o movimento no mercado B2B. Ivã Dagoberto Boesing, co-founder da ilegra, destacou que como a empresa é global, ela espera criar um laboratório de habilidades em blockchain.

“A ilegra é uma empresa global, com parceiros e clientes em todo o mundo. Nossa expectativa é facilitar as transações financeiras com uma moeda descentralizada, segura, privada e rastreável. Além disso, somos uma empresa com know-how em tecnologia e, olhando para a inovação, as moedas digitais são um caminho sem volta. Essa também é uma forma de aprimorarmos nossas expertises, criando um laboratório para skills em blockchain.”

No Brasil a empresa é parceira verificada do GitHub, sendo que recentemente ajudou o banco digital Nubank a fazer uso da solução Enterprise Cloud. Ou seja, a ilegra já tem habilidades com códigos abertos e é entusiasta dessas soluções, da qual o Bitcoin faz parte.

Olho nas experiências do mundo podem levar empresa a pagar salário de colaboradores em criptomoedas

Um dos pontos de crescimento da adoção de bitcoin como moeda acontece em pontos pequenos ainda, mas embriões para uma experiência mais ampla.

Em 2021, por exemplo, El Salvador tornou o bitcoin uma moeda de curso legal, sendo o primeiro governo a fazer esse movimento. Nos EUA, prefeitos de várias cidades já olham para a moeda digital com bons olhos, buscando inovar com essa tecnologia.

Além disso, no Brasil foi criado um movimento Bitcoin Beach em Jericoacoara, que o cofundador da ilegra Boesing já acompanha.

“El Salvador adotou a criptomoeda como uma das moedas nacionais. Jericoacoara tem um movimento para que estabelecimentos comerciais de todo o porte aceitem, alguns prefeitos dos Estados Unidos e jogadores já recebem salários desta forma. Uma possibilidade futura, ainda em avaliação, é o pagamento de colaboradores em criptomoedas.”

Entre os clientes da ilegra estão grandes empresas, como Whirlpool, FCA, Bradesco, Cielo, Cresol, Orizon, Sompo Seguros, Nidec Global Appliance, AGCO, SBT e Thomson Reuters. Ou seja, todas essas poderão pagar em criptomoedas caso queiram.

Nessa fase inicial, a ilegra não informou quais criptomoedas serão aceitas e nem se haverá intermediários na ação.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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