Ex-diretor de criptomoedas da Meta lança startup de pagamentos com Bitcoin

David Marcos, ligado ao PayPal, anteriormente era o líder da divisão da Meta responsável por desenvolver uma stablecoin para cada região onde o Facebook atua, mas depois a ideia foi abandonada pelo conceito da Libra, uma stablecoin para todos os usuários das soluções da empresa ao redor do mundo.

David Marcus
David Marcus

A Meta, anteriormente chamada de Facebook, fez barulho há um tempo ao tentar criar uma stablecoin própria, chamada de Libra. Após o fracasso do projeto, um ex-diretor da empresa decidiu adotar o Bitcoin, junto da Lightning Network, como a criptomoeda base para a sua mais nova companhia, a LightSpark.

O anúncio foi feito no Twitter de David Marcus, cofundador e agora o CEO da Lightspark, disse que a ideia é que a nova companhia passe a explorar as capacidades que o Bitcoin possui, incluindo começar a explorar o que a Lightning Network tem para oferecer.

“Eu queria compartilhar que estamos começando uma nova companhia chamada LightSpartk para explorar, construir e estender as capacidades e utilidade do Bitcoin. Como um primeiro passo, estamos ativamente juntando uma equipe para explorar a fundo a Lightning Network.”

David Marcos, ligado ao PayPal, anteriormente era o líder da divisão da Meta responsável por desenvolver uma stablecoin para cada região onde o Facebook atua, mas depois a ideia foi abandonada pelo conceito da Libra, uma stablecoin para todos os usuários das soluções da empresa ao redor do mundo.

Na época a Libra Association conseguiu atrair grandes nomes quando anunciada em 2019. Seus membros incluíam MasterCard, PayPal, Stripe, Visa, eBay, Lyft, Uber, Spotify e Andreessen Horowitz.

Ela também atraiu o interesse das autoridades regulatórias que caíram em cima da Libra para cobrar explicações sobre seu funcionamento, seu lastro e sobre as implicações de uma moeda que não é emitida pelo governo, mas sim por uma empresa privada.

Os reguladores estavam preocupados com uma grande corporação exercendo tal influência sobre um projeto econômico global.

A pressão regulatória foi tão grande que o projeto foi adiado, teve o nome trocado, foi reestruturado e, ao que tudo indica, pausado indeterminadamente. Com a mudança do Facebook para a Meta.

Diferente do que a MicroStrategy fez, a Meta não adotou o Bitcoin como parte de seu balanço ou então usar a moeda como moeda de troca.

“Momentos de baixa são bons períodos para focar em construir e criar valor com pessoas alinhadas em uma missão. Nós estamos animados em explorar a Lightning, aprender mais e trabalhar junto com a comunidade. Nós vamos compartilhar mais sobre nosso trabalho assim que fizermos progresso.”

Agora resta esperar para saber como a recém-criada LightSpark ajudará a comunidade do Bitcoin e se haverá participação direta da Meta no ecossistema da maior criptomoeda do mundo.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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