John McAfee acredita que três criptomoedas vão subir dez vezes mais que o bitcoin

Momento de valorização geral do mercado deverá ser mais expressivo para algumas altcoins, segundo John McAfee.

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Três criptomoedas devem começar a subir mais que o bitcoin. Pelo menos essa é a previsão de John McAfee. O especialista em criptomoedas acredita que três altcoins devem subir dez vezes mais que o bitcoin. Para McAfee, este movimento deverá acontecer quando o bitcoin voltar a atingir valores acima de US$ 12 mil.

Uma correção devasta o preço do bitcoin atualmente no mercado. Após a criptomoeda renovar a sua máxima em 2019, o preço voltou a cair no que parece ser apenas uma correção de fim de mês. Assim como já aconteceu ao longo do ano, o preço do bitcoin despencou nos últimos dias do mês, mas logo iniciou uma corrida de valorização nas semanas seguintes.

Docademic (MTC)

Para John McAfee, a Docademic (MTC) é uma das altcoins com grande chances de uma supervalorização em 2019. Essa criptomoeda foi criada em 2018 e já teve grandes variações, inclusive nos últimos meses. Porém, dentre as altcoins citadas por McAfee, essa é a mais desconhecida entre as três.

O entusiasta do mundo cripto McAfee aposta que essa criptomoeda deverá se valorizar dez vezes mais em face ao índice de valorização do bitcoin nos próximos meses. Embora o mercado esteja em uma forte correção nos últimos dias, a Docademic (MTC) acumula uma importante valorização.

Ao longo de 2019 essa altcoin teve uma variação em sua cotação entre US$ 0,0044 e US$ 0,01649. Até então essa diferença já representa cerca de 270%. Atualmente a Docademic (MTC) está sendo negociada em US$ 0,014. Este valor representa uma valorização acumulada em 2019 em cerca de 215%.

Apollo Currency (APL)

Outra aposta de John McAfee é a altcoin Apollo Currency (APL). Para o investidor de criptomoedas, a Apollo Currency (APL) deverá subir dez vezes mais que os índices registrados pelo bitcoin. Essa previsão valerá a partir do momento em que o bitcoin ultrapassar o valor de US$ 12 mil no mercado. Segundo McAfee, esse será o momento oportuno para altcoins como a Apollo Currency (APL) subir de forma expressiva no mercado.

Atualmente a Apollo Currency (APL) está sendo cotada em US$ 0.001751. Considerando a previsão de John McAfee, a Apollo Currency (APL) poderá registrar valores bem maiores. Por outro lado, até então a altcoin Apollo Currency (APL) teve sua maior cotação em 2019 no final de janeiro.

No dia 20 daquele mês esta altcoin chegou a ser cotada em US$ 0.003528. Este valor representa mais de 100% em relação a cotação atual da Apollo Currency (APL).

Tezos (XTZ)

O bitcoin acumulou uma valorização de 1.320% ao longo de 2017. Naquele ano a criptomoeda atingiu cerca de US$ 20 mil no mercado. No mesmo período, altcoins registraram índices bem maiores que a criptomoeda número 1 do mercado. A Ripple (XRP), por exemplo, subiu quase que 40.000% no mesmo período. Para John McAfee, o mesmo deverá acontecer em 2019.

O conhecido investidor e especialista em criptomoedas listou algumas altcoins que devem subir expressivamente no mercado. Em um tweet publicado recentemente, Jonh McAfee citou três altoins. Contudo, este número poderá ser maior, já que parece que o programador decidiu não alongar sua lista de palpites sobre o mercado de criptomoedas.

Além da desconhecida Docademic (MTC) e da proeminente Apollo Currency (APL), McAfee aposta suas “fichas” também na Tezos (XTZ). Para McAfee essa altcoin também deverá subir dez vezes mais que o bitcoin em momentos de grande valorização no mercado.

Atualmente a Tezos (XTZ) está sendo cotada em cerca de US$ 0.86. Ainda em 2019, a Tezos (XTZ) chegou a valer cerca de US$ 1,80. Uma cotação mais de 100% maior do que o preço atualmente da Tezos (XTZ) no mercado. Por outro lado, em sua máxima histórica já registrada, a Tezos (XTZ) já chegou a ser comercializada por volta de US$ 11,21. Este momento aconteceu em janeiro de 2018, quando o mercado de cotação das altcoins vivenciou uma supervalorização em geral.

Gráfico mostra preço da Tezos em 2019

Paulo Carvalho
Paulo Carvalho
Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi, nem comi, só ouço falar".
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