Aplicativo permite que brasileiros invistam em ETF de Bitcoin dos EUA

Apesar de liberar investimento, recomendação é a compra de Bitcoin mesmo.

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A Passfolio liberou para seus clientes brasileiros o investimento no primeiro ETF de Bitcoin da NYSE, o BITO, que iniciou na última terça-feira (19).

Esse produto listado em uma grande bolsa norte-americana mostra que o mercado de Bitcoin ganhou uma maior exposição aos investidores institucionais da maior economia mundial. No Brasil, a B3 já havia listado vários ETFs em 2021.

Apesar da nova possibilidade de se investir no ETF, a corretora lembra que esse é um mercado que pode oferecer riscos maiores que a compra de Bitcoin diretamente.

Passfolio libera compra de ETF de Bitcoin da NYSE para brasileiros

Com o lema “você não precisa ser um americano para investir nos Estados Unidos”, a Passfolio chamou a atenção de investidores que queriam se expor a ações das bolsas norte-americanas.

A mais nova opção liberada para seus clientes, de acordo com um comunicado de imprensa compartilhado com o Livecoins, é no $BITO, ETF da Proshares ligado aos futuros de Bitcoin, que acabou sendo listado na NYSE na última terça.

Apesar de liberar a opção de investimento, o fundador da Passfolio, David Gobaud, lembra que este é um mercado de alto risco.

“De forma resumida, isso significa que o ETF tem custos e riscos extras em comparação com a bitcoin real. A própria lâmina do BITO diz que, historicamente, contratos futuros de bitcoins experimentaram longos períodos de contango. O contango no mercado de contratos futuros pode ter um impacto adverso significativo no desempenho do fundo, levando o desempenho a níveis inferiores ao do investimento em bitcoins à vista”.

Pela sua corretora, investidores brasileiros podem comprar ações em bolsa, ETFs e até criptomoedas. Mas a compra do primeiro ETF ainda deve ser avaliada pelos novos investidores, que devem considerar os riscos da operação, assim como as taxas de administração cobradas anualmente.

Apesar do contra, a corretora diz que os pontos positivos do novo produto é permitir o investimento no setor por pessoas e empresas que não podem comprar diretamente a moeda digital. Na visão dela, isso pode tornar esse mercado mais popular.

Para comprar o novo ETF pela Passfolio, os investidores devem ter mais de 18 anos, verificar sua identidade para a empresa com documento oficial e comprovante de residência. Mesmo assim, o fundador da corretora lembra que investir diretamente em Bitcoin pode ser mais interessante e ter menos taxas aos traders interessados no setor.

“Se um investidor pode investir diretamente em bitcoin, pode ser uma alternativa melhor para evitar os custos e riscos extras que os futuros contratos de bitcoin oferecem”.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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