Perdi todo meu dinheiro em criptomoedas, relata investidora

Com isso ela queria tanto ser uma holder quanto trader, mas ela mesmo reconhece que não tinha experiência em nenhuma das duas coisas.

Gráfico do Bitcoin com seta de queda na cotação
Gráfico do Bitcoin com seta de queda na cotação

Desde que 2022 começou o criptomercado manteve um momento de queda que está tendo problemas para conseguir uma folga dos ursos, com isso muitos estão perdendo dinheiro. Uma investidora, chamada Carla Martins, não só perdeu todas as suas economias que estavam em criptomoedas, como também documentou o processo, ajudando todo o caso a se tornar algo educacional.

De acordo com um post feito por ela no Medium, no começo de 2022 ela decidiu investir em criptomoedas. Segundo Martins, essa foi a primeira vez que ela investiu em ativos digitais e que não possuía experiência nenhuma. Ela disse que quase não tinha conhecimento de como as criptomoedas funcinam.

Em outras palavras, tinha tudo para dar errado.

Martins diz em seu relato que notou que apesar de as criptomoedas serem voláteis, nos últimos meses de 2022 elas mostraram uma tendência de crescimento relativamente estável, então acreditou que seria um bom momento para investir. Agora, em retrospectiva, é bem fácil ver que o timing da investidora estava bem fora de prumo na época.

“Decidi investir algum dinheiro em criptomoedas com o objetivo principal de ganhar algum dinheiro a médio-longo prazo, mas também para aprender mais sobre criptomoedas e fazer day-trading para aumentar minha renda passiva.”, disse a investidora em seu post no medium

Com isso ela queria tanto ser uma holder quanto trader, mas ela mesmo reconhece que não tinha experiência em nenhuma das duas coisas.

Investidora tentou diversificar

Ela explica que pensou em diversificar por ser uma boa abordagem para um investidor iniciante, mas que ainda assim, apostou principalmente no Ethereum e no Bitcoin, as duas principais criptomoedas do mercado.

“Algumas das moedas que comprei eu nunca tinha ouvido falar. A maioria escolhi só porque gostei ou achei o nome engraçado.”

Veja como ficou a diversificação feita por Martins em seu portfólio e o quanto cada uma dela perdeu do momento da compra até agora:

O que sabemos agora é que 2022 está sendo tumultuado para o criptomercado. Desde que o conflito na Europa começou, as ações e o mercado tradicional entraram em queda, e o Bitcoin, surpreendendo muitos, mostrou uma grande correlação com o setor financeiro, também perdendo força e levando o resto do criptomercado junto.

Alguns meses depois o colapso da TerraUSD seria ainda mais desastroso e faria com que o criptomercado sangrasse ainda mais, causando ainda mais prejuízo. No fim das contas como ficou o portfólio da nossa amiga investidora?

“As criptomoedas são apenas uma bolha que acabou de estourar comigo no centro. Minha ingenuidade e falta de conhecimento me colocaram lá.”

Por fim, Carla aponta que só tem duas opções atualmente com o seu portfólio atualmente: A primeira é vender todas as criptomoedas restantes e, assim, evitar mais perdas. A outra opção é simplesmente esperar por uma reviravolta em um futuro próximo e esperar que as criptomoedas recuperem seu valor.

“Minha escolha é a segunda hipótese.”, concluiu.

Ou seja, no fim das contas Carla Martins aprendeu algumas coisas importantes, como os riscos de comprar na alta, mas também aprendeu, mesmo que na força, que o criptomercado depende de paciência.

Seis meses é “curto prazo” no criptomercado, e agora ao esperar para tentar recuperar o que ela perdeu, ela pode entender a importância de ser uma holder de longo prazo.

Felizmente ela apostou bastante no Bitcoin e Ethereum, já as outras shitcoins escolhidas podem não se recuperar mais, mas é um bom aprendizado.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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