A OranjeBTC (B3: OBTC3), a Companhia Bitcoin do Brasil, lançou oficialmente nesta terça-feira (15/09) o Digital Yield ETF (DIGY11), primeiro ETF listado na B3 dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema Bitcoin.
A estreia foi marcada pela realização de uma cerimônia na sede da B3, em São Paulo, com o tradicional toque do sino que simboliza o início das negociações.
A solenidade contou com a presença de executivos da OranjeBTC e de parceiros envolvidos no desenvolvimento do fundo, que conta com o Itaú BBA como estruturador e distribuidor, gestão da 3R Investimentos, índice de referência fornecido pela MarketVector, empresa do grupo VanEck, e administração fiduciária do Banco Daycoval.
Segundo Guilherme Gomes, fundador e CEO da OranjeBTC, “a cerimônia de tocar o sino simboliza a chegada de um novo produto ao mercado. Em outubro de 2025 estávamos aqui tocando o sino pela primeira vez para comemorar a listagem da OranjeBTC na B3, oferecendo ao mercado uma nova forma de exposição ao Bitcoin. Hoje, menos de um ano depois, tocamos o sino mais uma vez, agora para lançar o DIGY11, um produto criado pela OranjeBTC e vinculado à economia digital, que oferece uma nova forma de exposição a esse novo mercado, com renda mensal para o investidor”.
“O lançamento do DIGY11 simboliza mais um passo da OranjeBTC frente à missão estabelecida pela Companhia para trazer inovação ao mercado nacional e contribuir para que o Bitcoin se estabeleça como reserva de valor no Brasil e na América Latina”, completou Gomes.
Renda mensal e acesso à economia digital global
O DIGY11 foi estruturado para realizar distribuições mensais em reais, com proteção cambial e liquidez diária.
A carteira inicial será composta por ações preferenciais emitidas por duas das maiores tesourarias corporativas de Bitcoin do mundo: a Strategy, por meio do STRC, e a Strive, por meio do SATA, com o STRC representando a maior parcela da composição inicial.
Esses instrumentos foram estruturados para realizar distribuições recorrentes em dólar e são emitidos por companhias com balanços robustos, que mantêm o Bitcoin como parcela relevante de suas reservas, proporcionando maior solidez patrimonial e capacidade de honrar seus compromissos de distribuição de dividendos.
Os rendimentos recebidos dos ativos internacionais da carteira serão convertidos e distribuídos mensalmente pelo DIGY11 em reais aos cotistas, observadas as despesas e demais condições do fundo.
Nas condições atuais de mercado, o fundo estima distribuições anuais equivalentes ao CDI acrescido de aproximadamente 3% a 5%. A estimativa não considera a variação do valor das cotas e não representa garantia de rentabilidade.
O ETF acompanhará o OranjeBTC MarketVector Bitcoin Treasury Prefered Equity BRL Hedged Index ETF, cuja metodologia foi desenvolvida pela OranjeBTC em parceria com a MarketVector.
O índice seleciona, com base em critérios objetivos, ações preferenciais emitidas por companhias abertas do ecossistema Bitcoin, com foco em instrumentos listados, de longo prazo ou sem vencimento, e estruturados para realizar distribuições recorrentes em dólar.