Binance enfrenta problemas em seis países, veja quais

Maior corretora de criptomoedas em volume mundial.

Aplicativo da corretora Binance ao lado de uma carteira ledger
Aplicativo da corretora Binance ao lado de uma carteira ledger

A corretora de criptomoedas Binance está enfrentando problemas em pelo menos seis países. Com governos de olho no negócio, a empresa apresentou algumas respostas aos investidores que negociam pela popular plataforma.

Detendo o maior volume mundial de negociações de criptomoedas, principalmente no mercado a vista, a Binance é reconhecida como uma plataforma que lista vários projetos e pares de negociação, oferecendo aos traders do mercado uma ampla variedade de serviços.

No Brasil a corretora assumiu a liderança este ano, assim como na América Latina. Mas até aqui a empresa já teve alguns serviços proibidos pela CVM.

Binance com problemas em seis países

Alguns investidores viram nas últimas horas mais países engrossando o coro contra as negociações de criptomoedas disponíveis pela Binance. Se juntaram na lista a Tailândia, Ilhas Cayman e Cingapura, todos em menos de 24 horas.

As acusações dos três países, no entanto, acabaram sendo parecidas, com todas afirmando que a corretora não tem autorização para funcionamento e que está operando sem registro prévio.

Vale o destaque que o Reino Unido já havia feito uma recomendação contra a Binance no último dia 27 de junho, acompanhando o Japão, que alertou contra as atividades da exchange também no último dia 25 de junho.

Em 2020 a Comissão de Valores da Malásia também havia emitido um alerta contra a Binance, totalizando seis países contra a corretora. Se contar a proibição parcial do Brasil, o número ainda poderia chegar a sete.

Lista de negócios proibidos pela CVM da Malásia
Lista de negócios proibidos pela CVM da Malásia/SC

Qual é a resposta da Binance sobre os recentes problemas?

Com os alertas de governos se tornando mais frequentes no mercado, a Binance anunciou na última quinta-feira (1), uma parceria com a empresa Ciphertrace. Assim, a corretora afirmou que irá implementar a regra de viagem, que é uma regra imposta pelo GAFI.

“O CipherTrace Traveller oferece suporte à detecção e prevenção de agentes mal-intencionados, bem como ao nosso compromisso com a conformidade com os regulamentos globais de regras de viagens.”

Já o fundador da corretora, CZ, compartilhou pelo Twitter que não irá se concentrar em brigas, mas sim em resolver os problemas que tem chegado ao conhecimento da empresa.

“Para quem tem nos acompanhado / apoiado, sabe que não fazemos debates / brigas, nos concentramos em resolver problemas, e faremos. Como sempre, obrigado por sua confiança e apoio! Continuaremos a crescer juntos.”

Com uma grande operação, já mostra que começa a ser observada com atenção por governos, que esperam regulamentar as empresas envolvidas com criptomoedas.

É claro que, para quem já estudou os fundamentos das criptomoedas, fica claro que corretora não é carteira, e usuários do Bitcoin devem entender este pensamento que foi compartilhado pelo próprio inventor da moeda, que queria um dinheiro sem intermediários desde seu início.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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