Bitcoin e Fortnite World Cup: a união entre a criptomoeda e a indústria de games

Criptomoedas investem na indústria de games em busca de garantir o domínio da indústria que movimenta bilhões de dólares.

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Fortnite e bitcoin juntos no futuro

O Fortnite World Cup revela que a indústria de games deve se aproximar de criptomoedas como o bitcoin. Após entregar milhões em premiações para adolescentes jogadores, o campeonato revela uma indústria que pode ser conquistada pelo mercado de criptomoedas. 

Somente no último final de semana o Fortnite World Cup distribuiu US$ 30 milhões em prêmios. Esse valor corresponde a vários prêmios entregues para jogadores que participaram da disputa do torneio do game. No total, o Fortnite World Cup pode ter entregue cerca de US$ 100 milhões em premiações ao longo do torneio. Em breve esses prêmios devem ser dominados por empresas como Ripple, TRON e EOS que investem massivamente na indústria de games.

Fortnite e bitcoin estão mais próximos do que nunca

Uma relação direta entre o Fortnite e o Bitcoin parece ser algo inimaginável. Porém, a tendência do mercado revela que as criptomoedas serão incorporadas a indústria de jogos. Aliás, historicamente o bitcoin possui ligações com jogos. A criptomoeda já é utilizada em várias plataformas que fazem sucesso na internet, por exemplo.

As criptomoedas podem significar um sistema de monetização para a indústria de jogos como o Fortnite. Com uma plataforma descentralizada criptomoedas como o bitcoin. Sendo assim, as criptomoedas poderiam ser incorporadas em praticamente qualquer tipo de projeto, até mesmo para pagar prêmios como aconteceu no Fortnite World Cup.

Adolescente ganhou US$ 3 milhões no Fortnite World Cup

A indústria de games movimenta bilhões de dólares anualmente. Em relação aos prêmios oferecidos em campeonatos, o Fortnite World Cup não deixa a desejar. No último final de semana um jogador de apenas 16 anos ganhou US$ 3 milhões na categoria solo. O prêmio pago a Kyle “Bugha Giersdorf” é um dos maiores pagos em qualquer tipo de torneio realizado mundialmente.

Criptomoedas e a indústria de games compartilham algumas características entre si. Começando pelo ambiente completamente digital, jogos e ativos digitais fazem parte da rotina daqueles que dominam a compreensão de determinadas tecnologias. A blockchain e a criptografia, por exemplo, são tecnologias que podem ser exploradas por jogos como o Fortnite.

Ripple, EOS e TRON apostam na indústria de jogos

Empresas de criptomoedas apostam na indústria de jogos que poderá favorecer até uma adoção em massa de ativos digitais pelo mercado. Aos poucos uma integração das criptomoedas e da indústria de games acontece.

Recentemente, a (SEC) dos Estados Unidos autorizou a venda de criptomoedas através de uma startup de jogos criados a partir da tecnologia blockchain. A decisão é considerada um marco importante não só para a regulação das criptomoedas, como também para uma incorporação da indústria dos games através dos ativos digitais.

Além desta decisão, outras empresas já demonstraram grande interesse no desenvolvimento desta área promissora. Nomes por trás das maiores criptomoedas revelam investimentos milionários na área, demonstrando um interesse em dominar a indústria de jogos mundial.

Em março de 2019, por exemplo, a Ripple anunciou um fundo de investimento voltado exclusivamente para o desenvolvimento da indústria de games. O fundo de US$ 100 milhões será gerido em parceria com a Forte, uma empresa de jogos criados a partir da tecnologia blockchain.

A proposta da Ripple é permitir que jogos utilizem sua criptomoeda, o (XRP). Enquanto isso, Justin Sun também revelou investimentos na área. A Tron Foundation anunciou um investimento de US$ 100 milhões que serão aplicados nos próximos três anos pela empresa. Por outro lado, a EOS também trabalha no desenvolvimento de jogos via blockchain. Pelo menos US$ 16 milhões já foram investidos pela criptomoeda na área.

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Paulo Carvalho
Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi, nem comi, só ouço falar".
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