A Caixa Econômica Federal (CEF) publicou um edital de licitação nesta terça-feira (11) que busca empresas preparadas para construir e manter uma plataforma baseada em tecnologia blockchain.
Desta forma, o documento oficial estabelece regras claras para a contratação de serviços contínuos de suporte tecnológico. O contrato prevê a atuação da vencedora na chamada Plataforma de Ativos de Sustentabilidade por um prazo de 24 meses.
Fabio Neri assina o texto veiculado nas páginas do Diário Oficial da União (DOU).
Plataforma com tecnologia blockchain entra nos planos da Caixa Econômica
O projeto exige a criação de sistemas integrados em uma rede do tipo permissionada. Essa estrutura concede um controle restrito sobre os acessos aos dados dos usuários do serviço computacional.
Além disso, o trabalho sob demanda engloba a evolução e a expansão de funções das aplicações financeiras.
As empresas contratadas precisarão cuidar da implantação do sistema no ambiente de produção do banco brasileiro.
Todo o escopo da licitação requer fornecedores com domínio prático sobre registros distribuídos. Esse conhecimento técnico garante a manutenção operacional do ambiente projetado para rodar os nós da CEF.
Cronograma de recebimento das propostas estabelece datas curtas
As corporações com interesse na disputa devem realizar o credenciamento até o 1/9. As equipes possuem prazo até pouco antes da meia-noite para oficializar a intenção no portal público de contratações.
O limite de horário para essa fase termina exatas 11hr da manhã no fuso da cidade de Brasília.
Por fim, a etapa de envio dos lances financeiros começa no dia 3/9. Os fornecedores disputam o contrato a partir das 14hr na página oficial do governo na internet.
Ativos de sustentabilidade moldam novo projeto da instituição
O edital em questão foca de forma direta na estruturação de negócios atrelados à preservação ecológica e sustentável.
Todo o controle dos servidores fica sob a responsabilidade dos agentes autorizados pelo banco de origem federal.
Um ambiente fechado difere das blockchains públicas usadas pelas criptomoedas como o bitcoin, por exemplo.
Assim, o governo consegue acompanhar os processos sem expor informações de caráter sigiloso ao grande público das plataformas abertas.
