Campanhas de marketing de empresas de criptomoedas caem 90%

Segundo os dados, os gastos com anúncios caíram até 90%, com a indústria sentindo o aperto em meio à queda do mercado que vem assustando muitos nos últimos meses.

Não é segredo para ninguém que o mercadi de criptomoedas está em crise, basta observar o preço dos principais ativos. No entanto, também é possível ver que essa crise está afetando o setor de muitas outras maneiras, até mesmo com uma diminuição do marketing entre companhias de criptomoedas.

De acordo com dados fornecidos pela empresa de inteligência de mercado e análise Sensor Tower, o marketing das empresas de criptomoedas entrou em colapso desde novembro do ano passado, logo após um gasto quase que recorde de empresas que exibiram propagandas durante o Superbowl.

Segundo os dados, os gastos com anúncios caíram até 90%, com a indústria sentindo o aperto em meio à queda do mercado que vem assustando muitos nos últimos meses.

Por exemplo, a Gemini Trust gastou menos de US$ 500.000 em maio com anúncios, esse é um valor bem mais baixo do que os US$ 3,8 milhões gastos durante o mês de novembro.

O principal motivo é claramente o momento atual, com praticamente todas as criptomoedas apresentando quedas e resultando em uma diminuição de orçamento para as empresas investirem em propagandas. Em outras palavras, o timing não é o ideal.

Propagandas de empresas de criptomoedas estão virando motivos de piada

Quando temos uma queda tão grande do criptomercado e muitos investidores até desesperados, é meio difícil fazer uma propaganda tentando convencer alguém de que é uma boa ideia comprar criptomoedas.

Até mesmo Matt Damon, que apareceu em propagandas de criptomoedas em novembro, onde afirmava que “a Fortuna favorece os corajosos”, virou motivo de piada recentemente, com muitos calculando o prejuízo que os “corajosos” que o seguiram tiveram até o momento.

“Se você comprou US$ 1 mil em Bitcoin no dia da propaganda, você teria agora US$ 375”.

Esse efeito também foi notado em outro artigo do The New York Times que mostra que as celebridades que participaram de propagandas de criptomoedas não só estão em silêncio sobre as suas recomendações, como alguns também estão declarando (ou seus agentes pelo menos) que não entendiam de criptomoedas e estavam apenas fazendo um trabalho pago nessas promoções.

O criptomercado realmente não está em um bom momento para os investidores e, aparentemente, também não está indo bem para as equipes de marketing.

No entanto, momentos assim já aconteceram anteriormente, principalmente entre 2018 e 2019, acompanhando momentos de baixa e de alta que, quase sempre, se mostram cíclicos.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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