Como não amar as criptomoedas? diz bilionário Orlando Bravo

O bilionário afirmou que tem interesse em expandir seus investimentos em outros setores da indústria blockchain, pois ela fornece melhores casos de uso para encontrar soluções necessárias nos dias de hoje.

Orlando Bravo
Orlando Bravo

Em entrevistas à CNBC, o bilionário Orlando Bravo, co-fundador da firma de investimento privado Thoma Bravo, afirmou que além de estar investindo em empresas do setor de criptomoedas, também possui bitcoin.

Bravo comentou sobre as vantagens tanto do Bitcoin quanto da tecnologia blockchain, ressaltando que ambas resolvem problemas atuais, como a inflação.

A corrida das instituições pode estar dando um novo significado ao termo “early adopter”, utilizado para retratar pessoas que compraram Bitcoin muito cedo, e Bravo parece estar querendo uma vantagem nesta corrida ao estar investindo no setor hoje, conforme há enorme potencial de crescimento no futuro.

Como não amar as criptomoedas?

Além de ter investido na exchange FTX, Orlando Bravo se mostra otimista em relação as criptomoedas e as suas soluções em relação a problemas enfrentados por um mundo cada vez mais digital.

Ao ser questionado pela CNBC se as criptomoedas vieram para ficar, o bilionário respondeu “absolutamente”.

“Como não amar as criptomoedas? Veja o movimento […] Ver moedas em diferentes países perdendo completamente o seu valor. Vendo amigos na Argentina carregando calculadoras para fazer compras por causa das taxas de inflação.”

Bravo continuou sua fala dizendo que as criptomoedas são o dinheiro do futuro, pois os jovens não querem mais saber do sistema monetário de governos.

“As criptomoedas são simplesmente um ótimo sistema. É sem atrito. É descentralizado. E os jovens querem seu próprio sistema financeiro. Então, está aqui para ficar.”

Continuando, ao ser questionado se ele investe pessoalmente em criptomoedas, o bilionário disse que só investe em Bitcoin, pois para ele é bem simples: “mais pessoas usarão no futuro do que hoje”, agregando que hoje ainda há poucas instituições no mercado, tendo grande potencial de valorização.

O bilionário também afirmou à Bloomberg que tem interesse em expandir seus investimentos em outros setores da indústria blockchain, pois ela fornece melhores casos de uso para encontrar soluções necessárias nos dias de hoje.

“Nós seremos players grandes no mercado externo conforme esta indústria amadurece, especialmente em torno da tecnologia blockchain.”

Early adopters

Por muito tempo o termo early adopter foi usado para descrever pessoas que entraram no Bitcoin em seus primórdios, quando a criptomoeda valia menos de 1.000 dólares.

Todavia, este termo vem ganhando outro sentido conforme o bitcoin começa a ser usado não apenas por pessoas físicas como também por grandes instituições. Estes gigantes que estão adotando Bitcoin agora, mais de uma década após a sua criação, são considerados early adopters.

E esta corrida parece não ter fim, após o Bitcoin se estabelecer entre instituições, a próxima corrida pode ser de governos usando a criptomoeda como reserva de valor.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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