Coréia do Sul vai investir US $ 9 milhões em Blockchain

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A Coreia do Sul considerada uma potência econômica anunciou o investimento de 10,5 milhões de won, um valor equivalente a US $ 9 milhões em projetos relacionados a Blockchain em 2020.

Este fundo vai ser usado para apoiar projetos de tecnologia de criptomoedas. O país já vem há algum tempo investindo ‘pesado’ na tecnologia Blockchain, e por isso tem apoiado projetos nesta área.

Como vai funcionar?

Serão escolhidos 10 projetos durante 2020. Desse total, uma ou duas idéias receberão US $ 1,2 milhão como financiamento.

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A informação foi repassada por Min Kyung-sik, chefe de Blockchain da KISA, ao Coindesk Korea. Estes recursos são provenientes do Ministério da Informação e Comunicação Ciência e Tecnologia. As questões foram discutidas na sexta dia 25, em Séul, capital da Coréia do Sul.

Serão dois tipos de projeto: voltados ao setor público e  aos da área privada. O espaço do estado envolve todas as entidades governamentais .

As inscrições podem ser enviadas de 11 de novembro e 20 de dezembro.

Este ano o orçamento foi reduzido de US $ 11 milhões para US $ 9 milhões.

Alguns dos projetos criados na edição anterior foram: plataforma de automóveis Hyundai usada, rede de informações médicas, sistema de segurança alimentar e uma página de doações, entre outros.

Zona livre de regulamentação Blockchain

Este anúncio vai de encontro com medidas que a Coreia do Sul vem adotando de incentivo à tecnologia Blockchain. O país vem trabalhando no projeto de uma zona livre de regulamentação Blockchain. Isso decorre do apoio da tecnologia Blockchain em múltiplas indústrias, além de atuar numa base para negócios crypto.

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Angelica Weise
Angélica Weise é jornalista formada pela Unisc, com mestrado pela UFSM. Escreve sobre os mais diversos assuntos, e claro, sobre criptomoedas. E-mail: [email protected] Angélica Weise é jornalista e escritora. Nasceu em Agudo (RS), mora na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul (RS), em 23 de abril de 1989. Formou-se em Jornalismo em 2012 na Universidade de Santa Cruz do Sul, UNISC/RS. Fez intercâmbio na Itália e uma especialização em Mídias na Educação na Fundação Universidade Federal, FURGH/RS; além de se preparar para seleção de mestrado em 2014. Começou a trajetória no jornalismo em 2013. Trabalha como jornalista freelancer independente e escreve para os diversos mídias, entre elas, internet (portais e sites) e revistas, sobre sustentabilidade, vida saudável, literatura., Bitcoin e blockchain. Em 2013 lançou o primeiro livro pela editora Multifoco: Jornalismo Literário: uma análise das reportagens de José Hamilton Ribeiro publicadas na Revista Realidade. O livro é fonte de pesquisa para estudantes, pesquisadores e jornalistas.

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