Empresa de criptomoedas listada na bolsa de Nova Iorque demite 25% dos funcionários

Organização projeta economia milionária para os próximos anos e garante suporte financeiro aos colaboradores afetados

A empresa de criptomoedas Exodus (NYSE American: EXOD) anunciou uma rodada de cortes em sua força de trabalho global na sexta-feira (17), em uma reestruturação que afeta cerca de um quarto do quadro de funcionários da companhia.

A decisão anunciada reflete uma mudança de foco nos negócios da organização para o setor de pagamentos, diz a empresa.

Os executivos buscam adaptar a estrutura de custos da corporação ao cenário macroeconômico atual do mercado de capitais.

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Essa estratégia tenta direcionar recursos para a construção de um painel integrado de emissão de cartões.

Além disso, a companhia pretende concluir a união com duas outras empresas compradas em negociações anteriores.

Empresa de criptomoedas busca redução de custos e foco em pagamentos

JP Richardson atua como presidente executivo e fundador da organização focada no mercado de autocustódia. Richardson descreveu a demissão da equipe como uma ação difícil por causa do talento dos profissionais afetados.

O gestor revelou gratidão pelas contribuições dos colaboradores demitidos na construção do ecossistema da marca.

Desta forma, a companhia prometeu oferecer pacotes de rescisão e suporte de transição para todos os ex-funcionários.

A meta da liderança foca no desenvolvimento de um ambiente financeiro com utilidade prática para os clientes.

Essa próxima fase da corporação visa transformar o interesse nas criptomoedas em soluções ágeis para os consumidores.

Aquisições recentes ampliam horizontes comerciais e base de usuários no exterior

As compras das marcas Monavate e Baanx trouxeram expansão geográfica e milhares de novos usuários para a empresa matriz.

Esse movimento exige uma avaliação constante do modelo de trabalho para alinhar os recursos financeiros com as prioridades táticas traçadas.

O relatório aponta uma despesa com os cortes de pessoal na faixa de US$ 2,5 milhões a US$ 3,5 milhões.

Esses gastos incluem os acertos trabalhistas devidos e outras custas de impostos prévios à conclusão formal das baixas.

A direção da firma projeta uma economia anual de caixa entre US$ 10 milhões e US$ 13 milhões após a reestruturação.

Os investidores corporativos vão sentir o impacto completo dessas medidas de contenção de gastos no ano de 2027.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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