“EUA pode abraçar as criptomoedas em 2022”, diz Forbes

Temos a possibilidade de um 2022 começando com uma boa adoção e pouca oferta, algo que, em teoria, acabará levando o preço para cima.

Mão segurando o Bitcoin em frente a bandeira dos Estados Unidos
Mão segurando o Bitcoin em frente a bandeira dos Estados Unidos

O colunista da Forbes Billy Bambrough, acredita que 2022 pode ser o ano em que os EUA vão “abraçar as criptomoedas” com bastante positividade para o Ethereum e o Bitcoin.

De acordo com a sua coluna na Forbes, Bambrough falou sobre as expectativas de analistas do mercado sobre o próximo ano, em especial a opinião de Mike McGlone, que escreveu em uma recente análise que 2022 pode ser o momento em que os EUA passem a adotar mais o criptomercado após o desenvolvimento de melhores regulamentações.

“Nós esperamos que os EUA abracem o criptomercado em 2022 com as regulamentações apropriadas com implicações positivas para o preço. O suprimento ilimitado de moeda fiduciária deverá sustentar uma alta nos preços, principalmente para o Bitcoin e o Ethereum, que possuem suprimento limitado.”, afirmou Mike Mcglone, estrategista da Bloomberg.

Bitcoin

A análise de Mike McGlone leva em consideração a recente alta do Bitcoin durante 2021 que para muitos foi motivada pelas preocupações gerais com a inflação do dólar, principalmente com os programas de estimulo da economia realizados pelo governo de Biden.

A preocupação continua com o enfraquecimento da moeda fiduciária que pode agravar o problema da inflação, renovando a busca pelas criptomoedas como reserva de valor.

“A queda de rendimentos de títulos podem apontar para um ambiente macroeconômico em 2022 que vai favorecer as maiores criptomoedas, Bitcoin e Ethereum. Criptoativos mostrando força divergente em relação as equities agora no final de 2021 pode ser um presságio que os ativos digitais vão continuar perfomando melhor que outros ativos em 2022.” , continuou o analista.

Preço

O principal argumento vem de uma maior preocupação com o cenário econômico dos EUA e principalmente com as mecânicas de limitação de suprimento do Bitcoin, com cerca de 90% das moedas já mineiradas e a adoção por parte de empresas (como a MicroStrategy) e até de países como o El Salvador armazenando grandes quantidades de moedas.

Com isso, temos a possibilidade de um 2022 começando com uma boa adoção e pouca oferta, algo que, em teoria, acabará levando o preço para cima.

O Bitcoin acabar com ano em queda, como agora, não é algo muito comum para esse mercado, mas também não é um sinal de fim dos tempos, já que o Bitcoin já demonstrou se recuperar de situações bem piores.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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