“Faraó dos bitcoins” diz que seria capa da Forbes se estivesse nos EUA

Líder de pirâmide acusa Polícia Federal de racismo, mas acaba sendo indiciado por denúncia caluniosa

Glaidson dos Santos com olhar de lado para câmera, Faraó dos Bitcoins
Glaidson dos Santos com olhar de lado para câmera, Faraó dos Bitcoins /Reprodução

Glaidson dos Santos se tornou um nome conhecido no Brasil. Responsável pela G.A.S Consultoria, que prometia lucros com Bitcoin, Glaidson nada mais era do que o líder de uma pirâmide financeira que causou prejuízo bilionário para os investidores milhares de investidores,  além de ter sido acusado de ser mandante de um assassinato.

Apesar das acusações de ter uma moral altamente questionável, Glaidson disse recentemente em audiência judicial que se estivesse nos EUA, “estaria na capa da Forbes”, segundo informações do G1.

De acordo com o site de notícias, durante a audiência, Glaidson disse que ele é um grande empresário e que em outro país, ele seria tratado como tal.”

“Eu sou um empresário bem-sucedido, uma pena eu ser brasileiro. Se eu tivesse nos Estados Unidos, eu estava na capa da Forbes ou da Time.”, disse Glaidson em audiência.

Para ele o que motivou essa falta de reconhecimento aqui no Brasil? “Racismo”, de acordo com a sua defesa. O líder da pirâmide G.A.S. complementou que ele não está na Forbes por causa do preconceito que existe no Brasil.

“Mas, eu estou no nosso país que, infelizmente, tem um racismo muito grande”, completou.

Líder de pirâmide acusa Polícia Federal de racismo, mas acaba sendo indiciado por denúncia caluniosa

Durante a audiência do processo de denúncia caluniosa o acusado de ser mandante de um assassinato e líder de pirâmide disse que “não quer ser um vitimista”, mas que sofreu sim preconceito por parte dos agentes da Polícia Federal.

“Não estou aqui me vitimizando porque não gosto disso. Eu, particularmente, detesto essa situação de me fazer de vítima. Mas, eu sofri esse preconceito, eu sofri na pele, de ele ter falado ‘perdeu, filho da p***’. (…) Se nós tivéssemos olho azul e fôssemos de pele branca e loiros, tenho certeza que ele não ia falar ‘perdeu, filho da p***’.”, afirmou Glaidson, segundo o g1.

Os polícias envolvidos na prisão foram ouvidos, as gravações da ação e o corpo de delito realizado no dia da prisão foram analisados, a conclusão foi que não houve anormalidade ou agressão durante a ação da polícia federal. 

Além de ser acusado de ter dado um dos maiores golpes da história do Brasil, de ser o mandante de um homicídio e de uma tentativa de homicídio, o criador da G.A.S. Consultoria também queria ser chamado de “Moisés dos bitcoins” na época em que se afiliou ao partido Democracia Cristã (DC). 

Por enquanto as investigações e processo judicial contra Glaidson continuam, resta aguardar para saber quando ele será condenado e qual será a pena.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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