Nestlé faz parceria com OpenSC para blockchain pública

Uma das maiores do setor de alimentação do mundo!

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A Nestlé é uma empresa multinacional, sendo de 2014 a 2016 uma das maiores do setor de alimentação em receita. Entretanto, o que chama atenção é a parceria da Nestlé com a OpenSC, para criação de uma blockchain pública.

Certamente o foco está no aprimoramento da transparência da cadeia de suprimentos da empresa. Com isso, a suíça Nestlé passa a ser uma das maiores do mundo a criar aplicação com a tecnologia blockchain.

Nestlé e OpenSC: rumo a criação de uma blockchain pública

Os consumidores dos produtos da Nestlé poderão em breve acompanhar toda a cadeia da empresa. Isso porque, desde pegar no supermercado até a produção na fazenda, todo o processo estará público para pesquisa.

Certamente o caso é relevante, principalmente em uma era de preocupação com meio ambiente e trabalho escravo. A Nestlé dá mais valor a sua marca com este lançamento, principalmente em um ano em que essa teve alguns entraves com a justiça brasileira.

Isso porque, algumas marcas na empresa tiveram acusações de trabalho infantil. De acordo com a Época Negócios, em fevereiro de 2019, a Danone e DPA, parceiras da Nestlé, tiveram problemas com o governo brasileiro.

Finalmente, com a criação de uma blockchain pública, consumidores podem ficar mais despreocupados com a cadeia de suprimentos dos produtos consumidos. A nova ferramenta foi anunciada pelo Vice-Presidente Executivo da empresa, Magdi Batato.

Queremos que nossos consumidores tomem uma decisão informada sobre sua escolha de produtos – para escolher os produtos produzidos com responsabilidade. A tecnologia Open Blockchain pode nos permitir compartilhar informações confiáveis ​​com os consumidores de maneira acessível.

Ainda é um programa piloto.

Apesar deste anúncio trazer um alívio para consumidores de produtos dessa marca, ainda não está disponível. Isso porque a ferramenta, que será criada com a OpenSC, aina está em projeto-piloto.

O início, entretanto, pode ditar o ritmo do desenvolvimento da ferramenta, que começará na Nova Zelândia (NZ). Os leites das fazendas da NZ que vão para fábricas e armazéns do Oriente Médio serão monitorados.

Após estes primeiros testes, a tecnologia blockchain da empresa chegará na América. Isso porque os óleos de palma produzidos na região passarão a ser acompanhados pelos consumidores. A empresa afirmou que os primeiros testes serão fundamentais para entender a escalabilidade da solução.

Isso certamente dará mais tranquilidade às pessoas, que ao consumir um chocolate, não quer sequer imaginar que está colaborando com um trabalho infantil, não que este seja realmente o caso.

Finalmente, em um era de sustentabilidade e responsabilidade social, a tecnologia blockchain chega para somar com as empresas e consumidores.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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