Serviço Secreto dos EUA apreende milhões em criptomoedas de criminosos na Binance

Operações contra suspeitos acabou levando moedas digitais de suas contas.

O Serviço Secreto dos Estados Unidos (U.S. Secret Service), apreendeu milhões em criptomoedas que estavam na Binance após uma série de investigações contra suspeitos de crimes.

Como uma das mais antigas polícias federais dos EUA, o serviço apreendeu as moedas após identificar que os suspeitos estavam tentando violar as leis nacionais.

Nos últimos dias, a Binance e Paxful foram alvos de apreensões do FBI, outra agência nacional. Ao que tudo indica, autoridades norte-americanas estão atentas com movimentações ilegais envolvendo criptomoedas no país.

Serviço Secreto dos EUA confirma apreensão de milhões em bitcoin e criptomoedas na Binance

Uma das maiores operações envolvendo criptomoedas foi contra Srunchhay Kov, que tinha 200 mil USDT depositados na Binance.

Além disso, o suspeito investigado tinha na corretora 4.518 ADA, 97 BUSD, 4.709 Filecoin, 3.260.631.664 de Shiba Inu e, por fim, 6.409 iExec RLC. Ou seja, apenas desse suspeito, foram mais de 256 mil dólares em criptomoedas apreendidos, cerca de 1,3 milhão de reais.

Além da apreensão contra Kov, o serviço secreto apreendeu de 1,99 bitcoin de Usman Olajide Akinsola, avaliados em US$ 43 mil. Também com conta na Binance, ele perdeu ainda 1,21 Ethereum para as autoridades federais dos Estados Unidos, avaliados em US$ 1.400,00.

O valor capturado pelas autoridades está a disposição para que os dois suspeitos recuperem. Mas agora o Serviço Secreto dos EUA pede que quem quiser de volta suas criptomoedas, deve preencher um formulário com a justificativa do motivo que discorda da apreensão.

Além disso, quem não se atentar ao prazo estipulado para preenchimento do formulário, pode perder suas criptomoedas para sempre.

Cabe o destaque que as autoridades federais não informaram o motivo que as levou a apreender as criptomoedas dos dois suspeitos.

Criptomoedas paradas em corretoras podem ser confiscadas?

Quando o bitcoin surgiu em 2009, seu lema principal era “seja o seu próprio banco”. Com uma moeda descentralizada, guardada em carteiras que não exigem muitas informações de seus clientes, a tecnologia financeira surgiu como uma opção para quem não confiava em governos.

Com o tempo, surgiram então as corretoras de criptomoedas, que passaram a custodiar valores para clientes. Nos últimos anos, contudo, muitas passaram por problemas e, em resumo, o mercado entendeu que corretoras não são carteiras.

Assim, autoridades seguem procurando criptomoedas em corretoras quando realizam investigações contra suspeitos.

No final de outubro de 2022, o Serviço Secreto dos EUA compartilhou que já atua em várias investigações contra ativos digitais. Com isso, crimes como ransomwares e fraudes financeiras estão na mira das autoridades norte-americanas.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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