Vazam dados de clientes do Bitcoin Banco, endereços e saldos expostos

Lista de credores do grupo que pediu recuperação judicial ontem vazou nas redes sociais.

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Grupo Bitcoin Banco
Sede do Grupo Bitcoin Banco, em Curitiba (PR)
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Vazou nas redes sociais a lista de credores do Grupo Bitcoin Banco. Além do saldo em reais, os endereços completos dos clientes também foram expostos no documento.

De acordo com o documento vazado, somando todos clientes, o grupo deve R$ 616.906.508,21 para mais de 6350 clientes.

O Livecoins conversou com 3 pessoas que tiveram suas informações na planilha. Duas delas confirmaram os valores, outra disse que o valor estava diferente, e que a planilha provavelmente estava desatualizada.

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O documento é datado em 4/11/2019, com o processo judicial 0015989-91.2019.8.16.0185.

Clientes tiveram endereços e saldos vazados

Uma das medidas de segurança mais importantes que os investidores de Bitcoin precisam ter é sobre sua identidade. É extremamente recomendável que aqueles que possuem criptomoedas não saiam por aí afirmando isso, pois, podem se tornar alvo de sequestradores e hackers.

O Documento vazado do Grupo Bitcoin, para a infelicidade de seus clientes, revela essa informação, o endereço completo de cada cliente, e o saldo em reais é exposto. Dessa forma, é altamente recomendável que esses clientes reforcem sua segurança.

Esse tipo de lista costuma ser vendida em fóruns da dark web. Por se tratar de uma “lista de alvos para sequestradores”.

Os dados vazados incluem clientes de todos clientes do grupo: Negocie Coins, Dream World, Bitcurrency e ZATER.

Ex-CEO da Anubis com 2 milhões de reais na TEM BTC

De acordo com a planilha, Matheus Grijó – Ex dono da Anúbis Trade – possuí o equivalente a R$ 2.7 milhões retidos na corretora TEM BTC.

Matheus Grijó, enviou uma nota ao Livecoins informado que o saldo não é verdadeiro:

“É uma inverdade meu saldo na plataforma da TemBTC e que eu possui na mesma apenas 5 BTC no qual desenvolvi um BOT que realizava as arbitragens e que se encontra em meu github.”

Grijó ficou conhecido na comunidade de criptomoedas por participar de vários eventos sobre Bitcoin no Brasil, desenvolver o robô de arbitragem Anúbis, e depois por vender a ferramenta escondido para a Atlas Quantum (com o saldo dos clientes), empresa que não paga seus há dois meses.

Vários clientes da Atlas e da Anúbis estão entrando com processos judiciais contra as empresas e o desenvolvedor paulista.

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