São Paulo quer acelerar negócios com blockchain em até R$ 52 mil

Em 11ª edição de programa, startups vão receber suporte técnico e financeiro

A cidade de São Paulo (SP) divulgou seu novo programa de aceleração de negócios de base tecnológica de 2026, o VAI TEC, que dará aos participantes um suporte técnico para crescimento e um valor de R$ 52 mil para participação do programa de seis meses.

Com o VAI TEC, a Prefeitura de São Paulo reforça seu compromisso com a inovação como ferramenta de inclusão, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades em toda a cidade, especialmente nas periferias. Ao apoiar negócios de base tecnológica com recursos financeiros, capacitação e acompanhamento técnico, o programa fortalece o ecossistema empreendedor paulistano e impulsiona soluções criativas que respondem a desafios reais da população, gerando emprego, renda e impacto social positivo“, afirma Rodrigo Goulart, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

O VAI TEC – Programa para a Valorização de Iniciativas Tecnológicas abriu as inscrições no dia 23 de janeiro, com fim programado para o dia 23 de fevereiro de 2026.

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Disponíveis no site oficial do VAI TEC, o programa deixa claro que pretende acelerar 25 negócios de tecnologia de toda a metrópole brasileira.

Tecnologia blockchain cotada entre as principais inovações de programa de negócios de São Paulo

Os selecionados começam o programa em junho e devem permanecer por seis meses, recebendo o auxílio financeiro e suporte técnico para evoluir seus negócios.

E para participar, as startups precisam contar com equipes de pelo menos duas pessoas maiores de 1 anos, que apresentem uma solução de inovação. Os negócios, contudo, não precisam estar formalizados para submissão nas inscrições.

Além disso, o programa exige que todos os participantes morem em São Paulo e participem de pelo menos 85% das atividades propostas em horário comercial. O objetivo é ajudar negócios de tecnologia que possam ajudar no desenvolvimento local, gerando emprego e renda.

Entre as tecnologias buscadas na edição estão soluções de IA em Saúde, Urbanismo, Mobilidade e Educação; Sistemas ou Softwares de Gestão; Desenvolvimento de Aplicativos e/ou Plataformas Inovadoras; Cibersegurança e Privacidade de Dados; Realidade Aumentada e Realidade Virtual para Experiências Imersivas; Blockchain e Tecnologias Distribuídas.

Em 10 anos do programa, 320 empreendimentos foram acelerados provando o valor de uma política pública que reforça o ecossistema de empreendedorismo, tecnologia e inovação da cidade de São Paulo“, informa Renan Vieira, presidente da ADE SAMPA (Agência São Paulo de Desenvolvimento), que executa a iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho.

Nos últimos dias a Cemig também abriu um edital de inovação e deixou a tecnologia blockchain entre as opções que podem surgir no processo de inovação.

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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