Primo Rico diz “que bitcoin faz duplo fundo perfeito para brasileiros”

Thiago Nigro apresentou três pontos que justificam a possível queda do BTC e momento promissor para brasileiros aproveitarem

No dia 30 de janeiro o influencer de finanças Thiago Nigro, do canal do Youtube O Primo Rico, publicou que o mercado do bitcoin passa por um momento ruim com fundo preocupante.

Em sua visão, desde janeiro de 2025, o bitcoin apresenta uma queda em Real brasileiro de 30%. Naquela data, a cotação ainda estava R$ 427 mil, mas nesta terça-feira (3) o preço voltou a cair para R$ 396 mil por unidade.

Preço do bitcoin volta cair dos R$ 400 mil e pressiona cotação em Real
(Crédito: Mercado Cripto do Livecoins).

Na visão de Nigro, a prata registrou mais de 260% de alta em relação ao Dólar dos EUA, no mesmo período. Além disso, o ouro subiu mais de 100% de janeiro de 2025 a 2026.

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Outro dado que ele apontou na comparação foi o índice Ibovespa, que reflete as ações listadas na bolsa brasileira operando em alta de 50% em 12 meses. “O bitcoin meus amigos caiu 30%, tem vários fatores que explicam isso“, disse o maior influenciador de finanças do Brasil.

“Venda de baleias” é um dos pontos

Colocando em destaque três pontos principais que poderiam justificar a queda do bitcoin em sua visão, Nigro colocou a venda de baleias como o primeiro deles.

Alguns investidores que a gente chama de baleias, com grandes posições compradas, estão vendendo muitos bitcoins e se tem uma oferta maior o preço cai“, explicou.

Ele entende que é um movimento natural do mercado, citando uma baleia que liquidou 3 bilhões de dólares em bitcoin. “Isso com certeza tá ajudando o preço a cair“, pontuou.

Venda de ETFs

Como segunda visão que justifica o novo movimento de pressão de preços no bitcoin, Nigro indicou que a venda de produtos ETFs por empresas também prejudica qualquer alta.

Para quem não sabe, ETFs são pacotinhos de ações de produtos e existe ETF para tudo, inclusive para Bitcoin“, explicou em seu vídeo.

Com saídas líquidas de US$ 1,1 bilhão dos produtos, gestoras pressionam a cotação do bitcoin também na visão do brasileiro.

“Dólar não tem ajudado no preço do bitcoin, e cria fundo duplo perfeito para brasileiros”

Na terceira posição, o Primo Rico lembrou que o preço do bitcoin em Dólar tem caído 20% nos últimos 12 meses, com base na data que gravou o seu vídeo.

Contudo, ele aponta que a queda do Bitcoin em Real brasileiro é ainda maior, com 30% de perdas acumuladas no mesmo período observado por ele. O movimento tem relação com a queda do próprio Dólar na comparação com o BRL, caindo de R$ 6,00 para R$ 5,20.

Se o dólar cai, tudo que é dolarizado tende a ficar mais barato para a gente comprar, não necessariamente vai diminuir o preço global do bitcoin, mas sim na nossa moeda. Bitcoin é um exemplo disso e a queda dos dois é um duplo perfeito para a gente que é brasileiro“, pontuou.

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Bruno Costa
Bruno Costahttps://bruno-costa.com
Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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