A Câmara Venezuelana de Comércio Eletrônico (Cavecom-e) realizou a primeira sessão da sua Mesa Técnica de Criptomoedas na quarta-feira (25). O evento inédito ocorreu na sede da Universidade Nova Esparta na capital Caracas.
O encontro reuniu líderes do setor público e privado para formular propostas regulatórias e educacionais para o mercado financeiro.
A iniciativa concentrou os principais atores da economia venezuelana em um grupo de trabalho que conta com a presença de representantes de bancos tradicionais seguradoras e empresas de comércio.
Acadêmicos e especialistas do ecossistema de criptomoedas também marcam presença na nova comissão que se forma na Venezuela.
Richard Ujueta preside a Câmara e comandou os trabalhos da sessão inaugural. Erick Beni Flores atua como diretor nacional de formação e segundo no comando da entidade.
Outros diretores fundamentais para as áreas de inteligência artificial cibersegurança e finanças também participaram do debate inicial.
Propostas técnicas para os reguladores da Venezuela
O objetivo principal da mesa técnica foca na elaboração de projetos estruturados. Os membros da comissão vão avaliar ideias e sugestões de todo o setor produtivo.
Após essa triagem o grupo apresentará os documentos formais aos órgãos reguladores do país.
O presidente Richard Ujueta explicou a dinâmica de trabalho para os convidados. Ele destacou a necessidade de criar projetos verticais que envolvam áreas de especialização.
A ideia busca abranger todos os âmbitos da economia nacional com o uso de novas tecnologias.
Foco na educação financeira e regras claras
A educação financeira ganha destaque especial nas diretrizes do novo grupo. O diretor Erick Beni ressaltou a importância de unir forças com o setor acadêmico.
A direção nacional de formação atuará em conjunto com universidades e institutos de pesquisa.
Várias instituições de ensino superior enviaram representantes para o encontro. Especialistas da Universidade de Carabobo e da Universidade Católica Andrés Bello debateram o futuro do comércio eletrônico.
O debate prioriza um mercado baseado em criptomoedas com normas transparentes e segurança jurídica.
O setor privado demonstrou forte apoio ao projeto com a presença de diversas empresas. Executivos de bancos locais consórcios de crédito e corretoras compõem a equipe.
Até mesmo delegados do Ministério da Indústria e Comércio acompanham as discussões para alinhar as políticas públicas.
