Autoridades brasileiras e FBI compartilham técnicas de rastreio de criptomoedas

Evento reuniu representantes do sistema de justiça e forças de defesa para fortalecer a cooperação institucional

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) organizou o 3º Encontro Técnico de Compartilhamento de Boas Práticas em Brasília, um evento que abordou investigações em andamento e ocorreu entre os dias 9 e 11 de junho.

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) comandou as atividades ao longo dos três dias de reuniões.

Os profissionais discutiram, entre os vários temas, o aumento das táticas criminosas baseadas no uso de criptomoedas no país.

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Desta forma, o fórum uniu agentes do sistema de justiça nacional e tropas com experiência em operações cibernéticas.

O objetivo envolve combater fraudes organizadas e o comércio paralelo no ecossistema das inovações digitais.

Agências compartilham técnicas avançadas de rastreio de criptomoedas

O encontro uniu esforços do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) e do Instituto de Direito Público (IDP). A união ampliou os debates sobre o cerco ao dinheiro do crime por vias tecnológicas.

Participantes do Brasil trocaram dados valiosos com a equipe do Federal Bureau of Investigation (FBI).

O serviço secreto dos Estados Unidos enviou especialistas de alto escalão para auxiliar nos debates abertos.

Profissionais da área de persecução penal discutiram estudos de casos concretos mediados pelas instituições estrangeiras convidadas.

As forças aliadas debateram táticas complexas sobre a tecnologia blockchain ao longo do cronograma fixado.

Debates fortalecem atuação do Estado contra a criminalidade virtual

A pauta do evento buscou traçar caminhos para a recuperação de patrimônio subtraído por grupos ilegais. Oficiais do Ministério Público Federal (MPF) participaram de perto para compreender os ritos de conformidade.

Membros da Escola Nacional de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro testaram ferramentas nas simulações de rotina policial. O último dia do programa exigiu foco na aplicação de táticas modernas de investigação financeira.

A lavagem de dinheiro atrai bandidos que buscam esconder capital no mercado dos criptoativos sem deixar vestígios.

Além disso, o anonimato na visão das autoridades estimula crimes contra a sociedade em redes globais.

Casos graves como a exploração de crianças ligam os alertas das autoridades por todos os cantos do planeta.

A integração entre polícias e procuradores quer garantir uma barreira contra as quadrilhas sofisticadas.

As ferramentas digitais exigem treinamento constante dos oficiais encarregados da proteção do povo nas ruas. Deste modo, o intercâmbio de vivências atualiza os processos internos de cada batalhão.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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