Bitcoin é o maior protesto em escala global

O mundo está com muitos países passando por momentos difíceis!

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Moeda da China, Bitcoin e Moeda dos EUA em um tabuleiro de xadrez (criptomoeda)
Moeda da China, Bitcoin e Moeda dos EUA em um tabuleiro de xadrez

O Bitcoin (BTC) chegou ao mundo se apresentando como uma moeda descentralizada, ou seja, sem controle de uma entidade governamental. Criado por Satoshi Nakamoto em 2009, o Bitcoin completou 10 anos como um grande protesto, de escala global, contra o sistema financeiro mundial. Para um analista, o Bitcoin é a melhor solução para populações de países em crise.

Plutocracia existente com sistema de fiat money favorece protesto em escala global

O sistema de moedas fiat, emitidas por bancos centrais, pode ser o culpado pelos recentes protestos pelo mundo. Não são apenas países de economias emergentes que passam por tal situação.

Na Argentina, por exemplo, o Bitcoin se torna relevante após os resultados das eleições para presidente ocorrida no último domingo de outubro. Além disso, no Líbano, onde o governo limitou o acesso a bancos, e o Banco Central Libanês já alerta para “risco de colapso econômico”.

Quando os protestos começaram também em Hong Kong, o Bitcoin passou a ser uma moeda comum. O alvo da maior parte dos protestantes certamente é um só: corrupção bancária em seus países. A população mundial entende cada vez mais que a corrupção feita por bancos tem levado suas riquezas e aumentado as diferenças econômicas entre ricos e pobres.

Com isso, os sistemas financeiros mundiais tradicionais, criam uma verdadeira plutocracia com moedas fiat. Por plutocracia entende-se que o poder é exercido pela classe mais rica, ou seja, os pobres apenas obedecem nesse sistema. Em resumo, o Bitcoin seria uma opção para corrigir essa corrupção toda, assim como o desemprego e a alta inflação.

Para o entusiasta Pierre Rochard, o Bitcoin é uma moeda altamente auditável. De fato, com conhecimentos em programação, um interessado nesta moeda pode validar a tecnologia. Pierre ainda disse que o Bitcoin é a moeda do povo, uma vez que não é necessário ser um Doutor do MIT para dar opiniões sobre o BTC, prática oposta ao modus operandi dos bancos centrais.

Bitcoin tem crescido na pauta de governantes pelo mundo, principalmente na China e EUA

No programa do BlockTV, o apresentador Asher Westropp ainda questionou Pierre sobre a crescente aparição do Bitcoin em debates governamentais. Asher lembrou que a moeda digital tem aparecido cada vez mais nos congressos e debates presidenciais pelo mundo.

Pierre lembrou em sua resposta que o Bitcoin é um software de código livre, portanto, baseado na crença da sua comunidade. As instituições e empresas grandes de tecnologia não gostam, ou se interessam, nessa forma de trabalhar a inovação. Com isso, o Bitcoin ainda é uma moeda direcionada pela comunidade.

Contudo, qualquer alteração no Bitcoin assusta essas instituições, que não acreditam que o mundo pode mover sem suas forças motrizes. O Bitcoin tem sido até este ponto da história, o maior protesto em escala global, que pode ajudar a resolver o declínio de riqueza que o mundo está passando por ele. A população da Turquia e Venezuela também já experimentou o Bitcoin devido à alta inflação em seus países.

Além disso, cabe o destaque que os protestos globais têm em comum um fator: a desilusão com a economia. Tanto no Chile, quanto na Índia, a população não possui mais interesse na política envolvida com a economia. Isso tem causado muito sofrimento pelo mundo todo. O Bitcoin, como uma moeda sem interesse de governos e influência destes, é a solução que as populações estão procurando.

Assista na íntegra o programa do BlockTv no vídeo abaixo:

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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