Candidata a vice-presidente dos EUA pode levar visão pró Bitcoin à Casa Branca

Pode ser que a candidata também traga uma posição mais favorável ao Bitcoin à chapa de Biden.

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As eleições dos EUA são um acontecimento político muito importante para todo o mundo e, claro, também são importantes para o mercado de criptomoedas. A mais recente atualização sobre os candidatos foi a escolha da Kamala Harris como vice-presidente na chapa de Joe Biden, do partido Democratas, que pode levar uma posição favorável ao Bitcoin até a Casa Branca.

Kamala Harris, de 55 anos, é uma grande aposta dos democratas para concorrer contra a chapa de Donald Trump, o atual presidente do país norte-americano.

Kamala chama a atenção por diferentes motivos, principalmente por ser a primeira mulher afro-americana a ser escolhida como candidata a vice-presidente do país.

Chamada por Biden de “uma lutadora destemida”, Harris defende muitas causas, como a igualdade às minorias e acessibilidade a um sistema de saúde. Pode ser que a candidata também traga uma posição mais favorável ao Bitcoin à chapa de Biden.

Harris não é exatamente pró Bitcoin, pelo menos não abertamente ou falou sobre a moeda em qualquer declaração pública. No entanto, o trabalho de um político não é individual e depende de diferentes assessores e conselheiros e um dos membros do staff de Kamala já demonstrou ser aberto às criptomoedas.

Membro da equipe de Kamala é pró Bitcoin

kamala harris bitcoin
Ryan Montoya é membro da equipe de Harris e um apoiador do Bitcoin.

De acordo com o Decrypt, o mercado tem um importante elo com a atual chapa de Joe Biden. A política é um esforço coletivo, e um dos assessores de Kamala Harris é Ryan Montoya, ex CTO do Sacramento Kings, um dos mais populares times da NBA.

Não só isso, mas o Sacramento Kings foi o primeiro time da liga nacional de basquete a aceitar Bitcoin e criptomoedas. E isso não aconteceu durante os anos de glória da criptomoeda, o pagamento através do ativo digital passou a ser aceito ainda em 2014, quando a moeda digital era relativamente nova.

O time, através de uma iniciativa de Montoya, também criou um programa para a mineração de criptomoedas e um sistema de recompensas com base em blockchain. Além disso, no começo desse ano o time também lançou uma plataforma de vendas de artigos esportivos, também na blockchain.

Claro, é impossível saber como apenas 1 membro do staff de Harris pode afetar a candidata e talvez a administração caso a chapa vença. É uma influência importante para o criptomercado dentro de uma equipe que pode assumir a administração dos Estados Unidos.

Curiosamente, o Bitcoin e as criptomoedas foram um dos focos de outros candidatos à presidência, mesmo entre aqueles que acabaram desistindo da candidatura. Até mesmo alguns menores, que ainda concorrem, possuem grande influência dentro do setor.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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