
Pablo Marçal (esq) e Renan Santos (dir) (Fotos/X)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cumpriu decisões contra duas campanhas de presidenciáveis para as eleições 2026 no Brasil que defenderam o bitcoin em público.
Na prática, as campanhas de Pablo Marçal (PRTB) e Renan Santos (MISSÃO) ainda tentam recorrer para seguir na luta em condições iguais com outros candidatos.
Contudo, até esta terça-feira (1), ambos encontram dificuldades para manter-se na disputa com espaço de publicidade.
No caso de Pablo Marçal, o TSE decidiu o destino da sua campanha, no dia 20 de agosto, após o MP Eleitoral lembrar que ele se tornou inelegível pelo TRE-SP até 2032.
Marçal recorre contra e o próprio sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, consultado pelo Livecoins, ainda mostra que ele segue concorrendo com atualização até a última segunda-feira (30/8).
Já Renan Santos teve um problema ainda na segunda, quando o Ministro Dias Toffoli do STF decidiu que ele não pode mais usar redes sociais e nem participar de debates públicos na televisão, rádio e outros meios de comunicação.
Na prática, o Missão só pode apresentar suas ideias nas ruas, limitando a visibilidade da campanha em formatos digitais e de comunicação.
Vale lembrar que ambos os candidatos tentam se aproximar nas pesquisas do atual presidente e candidato a reeleição Lula (PT) e do principal nome da oposição Flávio Bolsonaro (PL).
Surgindo como terceira via, Marçal diz que pretende tornar o Brasil em uma potência e ajudar a reter talentos no país. Para ele a reserva de bitcoin é uma situação importante para o país, visto que a economia não está bem e que ele mesmo tem BTCs comprados como patrimônio.
Já Santos participou pessoalmente do Blockchain Rio 2026 e se comprometeu com a comunidade a apoiar o mercado cripto, que ele disse sofrer com um lobby bancário após as últimas resoluções emitidas pelo regulador.
Vale lembrar que o mercado brasileiro já tem mais de 25 milhões de investidores segundo pesquisa recente e nas eleições 2026 os únicos candidatos com propostas podem não disputar a corrida.