Estudante é torturado e morto em roubo de criptomoedas

A vítima de 19 anos chamou a atenção dos criminosos devido a uma quantia equivalente a 1,3 milhão de reais em várias criptomoedas que foi gerada por um software de negociação de criptos que o próprio jovem criou.

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Um estudante de ciência da computação foi encontrado morto em um lago na França, segundo a mídia local seu corpo foi apunhalo cerca de 20 vezes antes da morte e a motivação foi o montante de 200 mil euros, equivalente a 1,3 milhão de reais, em criptomoedas.

O caso ocorreu em agosto deste ano na França e envolveu ao menos cinco pessoas. Duas delas foram detidas nesta última sexta-feira enquanto as outras três já haviam sido presas dias após o assassinato.

Ao que tudo indica, o crime foi premeditado visto que os criminosos já haviam criado uma conta em uma exchange, poucos dias antes do crime, pretendendo usá-la para converter as criptomoedas em Euro e repartir o montante entre os cinco.

Quadrilha

A vítima de 19 anos chamou a atenção dos criminosos devido a uma quantia equivalente a 1,3 milhão de reais em várias criptomoedas que foi gerada por um software de negociação de criptos que o próprio jovem criou.

Entre os acusados de homicídio estão três homens de idades de 18, 23 e 33 anos e já foram presos. O mais velho dos três era amante da vítima e tentou encobrir seu crime alegando que os dois teriam sido vítimas de um ataque homofóbio, todavia ele abandonou esta defesa. Embora tenham admitido envolvimento nenhum deles assumiu ter esfaqueado o jovem.

Segundo o promotor responsável pelo caso que ocorreu em Alto Sona na França, o jovem ainda estava vivo quando foi arremessado no lago e a causa da morte foi afogamento.

“Os numerosos golpes observados entre o esterno e a parte inferior da face podem atestar uma sessão de tortura ou um gesto de paixão”

Outras duas pessoas também foram detidas mais tarde por terem envolvimento no crime, o irmão gêmeo do mais velho dos três e a sua esposa. Segundo procurador do caso, embora o envolvimento tenha sido negado no começo, os dois admitiram que tinham ciência do plano e não o denunciaram as autoridades.

Carreira no crime

Segundo autoridades, os cinco envolvidos já tinham registros por crimes menores e a distribuição da quantia de 1,3 milhão de reais em criptomoedas já havia sido planejada antes mesmo da execução do plano. Além disso, a única mulher do grupo já havia criado uma conta em uma exchange para usá-la para sacar o montante.

Os três primeiros foram presos por assassinato em agosto, poucos dias após o incidente. E o casal, que foi cúmplice, foi detido nesta última sexta-feira, dia 22 de outubro.

Embora usuários de criptomoedas tomem várias ações preventivas contra hacks online, o mundo real é que oferece os maiores perigos, deixando não apenas o seu dinheiro ameaçado como também a sua vida. Por conta disso, é importante manter seus investimentos em segredo.

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Henrique Kalashnikov
Há mais de 5 anos trabalhando com criptomoedas, hoje escrevo artigos e notícias para o Livecoins.

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