Herdeiro do banco Itaú investe R$ 25 milhões em plataforma de criptomoedas

Novo aporte financeiro deverá impulsionar plataforma de negociação de criptomoedas.

Herdeiro do Itaú, Ricardo
Ricardo Villela Marino. Youtube: Clinton Global Initiative.

Um dos herdeiros do banco Itaú liderou uma nova rodada de investimentos em uma plataforma de negociação de criptomoedas. O negócio deverá agora se expandir para mais setores, inclusive de negociações de ações de startups.

Ricardo Villela Marino é bisneto do banqueiro Eudoro Libânio Villela, que criou o Itaú há décadas atrás. Ricardo Villela também é acionista do Itaú e já trilhou uma carreira executiva internacional no banco.

Além disso, Villela é um dos bilionários brasileiros reconhecidos pela Forbes, que aponta que ele é o detentor de 1% das ações da Itaúsa, com uma fortuna estimada em US$ 1,7 bilhão.

Herdeiro do Itaú e bilionário brasileiro investe R$ 25 milhões em plataforma de criptomoedas

A plataforma de criptomoedas Digitra foi criada por Rodrigo Batista, fundador da corretora Mercado Bitcoin, uma das mais conhecidas no Brasil. Após vender sua parte da operação, em 2019, ele focou em construir uma nova plataforma.

Essa é uma corretora de criptomoedas global, que conta com a experiência de Rodrigo na antiga corretora. E para viabilizar sua nova operação ele buscava novos sócios, quando conheceu Ricardo Villela Marino, herdeiro do Itaú.

Acordando em expandir o negócio, o fundo Profitus, controlado por Ricardo, fez um investimento de 5 milhões de dólares na Digitra, valor que em Real daria R$ 25 milhões.

Com o valor, a corretora afirma que já nasce global e com a missão de atender clientes de todos os países que não restrinjam negociações de criptomoedas. Além disso, a missão da startup é crescer aliando o mercado de criptomoedas ao financeiro tradicional.

Rodrigo diz em nota enviada ao Livecoins que espera ver sua operação brigando por posições com a Binance e FTX no futuro.

“Não vejo por que uma empresa criada no Brasil não possa almejar estar neste grupo de empresas globais. Estamos trabalhando muito para isso e o Brasil é referência quando se trata de governança e segurança no mercado financeiro.”

Empresa deverá abrir ações de startups

O foco na nova operação de criptomoedas apoiada por um herdeiro do Itaú é também ampliar o projeto para outros setores. Um deles será a aceleração de uma stablecoin de Real brasileiro.

Outra ação buscada para o futuro é a criação de uma bolsa de ações de startups, solução já autorizada pela CVM no Brasil. Para disseminar mais a cultura de investimentos, a empresa quer criar bolsas para negociar energia, créditos de carbono, entre outros.

Em seu início, a plataforma de criptomoedas vai operar no mercado a vista e de derivativos, almejando alcançar 1 milhão de clientes em seu primeiro ano de operação.

Vale lembrar que o próprio Itaú tem estudado lançar negociações de criptomoedas no mercado a vista.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.

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