Irã quer criptomoedas para evitar sanções dos EUA

Mais um país correndo para as criptomoedas!

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Bandeira do Irã com Dedos em Sinal de Paz e Amor
Bandeira do Irã com Dedos em Sinal de Paz e Amor

Um dos primeiros países do Oriente Médio a correr o olho na tecnologia das criptomoedas de forma especial anda sendo o Irã, um fato esperado devido às inúmeras sanções dos EUA ao país.

O último pacote de sanções dos EUA ao Irã aconteceu em novembro de 2018, um fato que penaliza as empresas do país embargado e também países que mantém comércio com o mesmo. Isso pode afetar a qualidade de vida da população do país de forma grave.

Uma das empresas que já sentiu o efeito das sanções dos EUA ao país foi a Huawei, que é uma empresa chinesa e que teve presa sua vice-presidente financeira no Canadá em dezembro de 2018. Os EUA acusaram a empresa de ter relações com o Irã neste caso.

Com tudo isso acontecendo, o Irã pretende partir para as criptomoedas e a sua população está de acordo com as políticas do país nesse sentido, sendo o Bitcoin e as criptomoedas uma luz no fim do túnel para burlar as sanções dos EUA, que detém o dólar como “moeda oficial mundial”.

O Banco Central do Irã já procura especialistas em blockchain e criptomoedas para levantar informações mais claras de como a tecnologia resolveria os problemas do país e, já busca uma forma de regulamentar o mercado no país que até então era o assunto era extremamente mal visto pelas autoridades.

A ideia seria a de criar de uma stablecoin nacional, a exemplo da Venezuela que também fez o mesmo com a Petro, algo que a população concorda e também uma ONG que atua no país chamada Iran Blockchain Community (IBC).

A moeda teria seu lastro em ouro de acordo com informações, mas o Bitcoin e criptomoedas descentralizadas podem ganhar espaço no Irã assim como ocorreu na Venezuela, principalmente pelo aumento da visibilidade do tema sendo endossado pelos governantes e tratado como solução aos problemas econômicos do país.

O presidente da ONG IBC, Sepehr Mohammadi, disse recentemente ao portal Financial Tribune que “no geral, considero as políticas da CBI sobre criptomoeda como positivas. O fato dos EUA terem procedido para sancionar a criptografia nacional do Irã antes que ela seja lançada significa que a ferramenta tem a capacidade de contornar as sanções”.

A Rússia é outro território especulado para entrar comprada no Bitcoin em breve, principalmente se mais sanções forem impostas ao país e membros do governo pelos EUA nos próximos dias de fevereiro.

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Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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