Islândia barra entrada de novos mineradores de Bitcoin devido a crise energética

Por um lado, o Bitcoin possui um mecanismo que ajusta a dificuldade da mineração a cada 2.016 blocos, equivalente a 14 dias considerando que o tempo médio de cada bloco é de 10 minutos. Retornando ao seu ápice nesta semana após bater a faixa de 190 EH/s.

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Devido ao baixo nível em seus reservatórios e outros problemas, a Landsvirkjun, companhia de energia da Islândia, está precisando reduzir o abastecimento de eletricidade para algumas indústrias. Isso também está afetando mineradores, agora impedidos de começar ou ampliar as suas atividades no país, como informado pela Bloomberg.

Este não é um problema único da Islândia, afinal o Cazaquistão também já mostrou que está enfrentando questões similares. Apesar disso, vale notar a diferença entre os dois países, a maior delas é que a energia do Cazaquistão é proveniente da queima de carvão.

Por fim, o ano de 2021 mostrou-se um grande desafio tanto para o Bitcoin quanto para seus mineradores, que precisaram deslocar seus equipamentos para países menos opressores e com energia tão barata quanto as da China.

Corrida por energia barata

Após serem expulsos da China, grandes empresas mineradoras de Bitcoin estão buscando outros locais onde a energia seja barata e preferencialmente renovável, como é o caso de hidroelétricas.

Além do custo barato da energia e o fato de ser renovável, a Islândia também é o destino favorito de algumas gigantes do setor por conta de sua estabilidade governamental, ao contrário de países como Rússia, bem como devido ao seu clima frio que ajuda a cortar custos de refrigeração.

Apesar disso, o baixo nível em seus reservatórios, um mal funcionamento em uma estação e o atraso na obtenção de energia de produtores externos está fazendo com que a Landsvirkjun, companhia de energia da Islândia, rejeite pedidos de alimentação de mais equipamentos.

Setor de mineração é dinâmico

Mesmo após perder mais da metade de seu hashrate após a proibição da atividade na China, tanto o Bitcoin quanto seus mineradores mostraram que estão prontos para estes desafios.

Por um lado, o Bitcoin possui um mecanismo que ajusta a dificuldade da mineração a cada 2.016 blocos, equivalente a 14 dias considerando que o tempo médio de cada bloco é de 10 minutos. Retornando ao seu ápice nesta semana após bater a faixa de 190 EH/s.

Já os mineradores, embalaram suas ASICs e continuaram sua atividade em outros países como Islândia, EUA e Cazaquistão. Note que este último também está enfrentando problemas com falta de energia, assim como a Islândia.

Por fim, a mineração vem sendo uma atividade muito lucrativa, especialmente com o bom ano do Bitcoin. Além disso, países possuem grande interesse em acolher estes empreendedores, visto que eles podem gerar empregos, receitas — através de impostos — e injetar dinheiro no país em questão.

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Henrique Kalashnikov
Há mais de 5 anos trabalhando com criptomoedas, hoje escrevo artigos e notícias para o Livecoins.
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