Mais dois países entram na corrida dos ETFs de Bitcoin

Após o sucesso dos ETFs de Bitcoin nos EUA, que já detém mais de 850.000 BTC, outras gestoras estão buscando atender essa demanda do mercado em outros locais. Nesta semana, dois novos países entraram nessa corrida, Austrália e Tailândia.

Na Austrália, o Monochrome Asset Management’s Bitcoin ETF (IBTC) começou a ser negociado nesta segunda-feira (3), sendo o primeiro ETF de Bitcoin à vista do país. Dados como volume podem ser vistos na página da CBOE.

Já a Comissão de Valores Mobiliários da Tailândia aprovou o primeiro ETF de Bitcoin nesta terça-feira (4). O ETF será gerenciado pela One Asset Management (ONEAM) e deve ser lançado em breve.

Tailândia possui uma das maiores adoções de Bitcoin do mundo

Segundo relatório da Triple-A, 17,6% da população da Tailândia investe em criptomoedas. A porcentagem deixa o país com a 5ª maior adoção do mundo, atrás apenas dos Emirados Árabes Unidos, Singapura, Turquia e Argentina.

Em números brutos, são 12,6 milhões de investidores. Portanto, os ETFs devem ter demanda no país, principalmente por institucionais, já que tais produtos facilitam a exposição ao Bitcoin para eles.

“Ativos digitais são um ativo alternativo que têm baixa correlação com outros ativos financeiros. Eles são adequados para ajudar os investidores a diversificar os riscos de investimento”, disse Pote Harinasuta, diretor-executivo da ONEAM, gestora por trás do primeiro ETF na Tailândia.

A gestora recomenda que seus clientes aloquem 5% de seu portfólio em Bitcoin, o que pode ser considerado uma estratégia agressiva para alguns, mas cômoda para outros.

Austrália começa a negociar ETF de Bitcoin

Atendendo à demanda do mercado, a gestora Monochrome começou a negociar seu ETF de Bitcoin nesta segunda-feira (3) na Austrália. Embora o país tenha uma adoção menor de criptomoedas em relação à Tailândia, ela cresceu muito no último ano, saindo de 2,75% para 9,6%.

A porcentagem é suficiente para deixar os investidores australianos na frente da média mundial, atualmente em 6,9%. No total, são mais de 2,5 milhões de investidores no país.

Conforme a aprovação de um ETF passa uma sensação de segurança para aqueles que não tem tanto conhecimento sobre o setor, é possível que essa adoção aumente ainda mais neste ano.

Por fim, o Bitcoin é um fenômeno global. De qualquer forma, será difícil que gestoras obtenham os mesmos resultados que tiveram nos EUA, afinal, Wall Street é o maior sinônimo de dinheiro do mundo.

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Henrique HK
Henrique HKhttps://github.com/sabotag3x
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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