Corretora que quebrou em 2014 começa devolver bitcoins para investidores

“Fui reembolsado pela Mt.Gox! Como escolhi o pagamento final, acredito que seja um pagamento provisório. Demorou exatamente 10 anos”, diz um investidor japonês.

Após uma longa espera de uma década, vítimas da falida exchange de criptomoedas MT Gox estão começando a receber reembolsos. a administradora de falência da corretora que quebrou em 2014, após receber aprovação judicial, está iniciando o processo de pagamento de cerca de meio bilhão de dólares aos credores.

A etapa representa um avanço no caso de falência da MT Gox, que marcou uma era turbulenta para o mercado de criptomoedas. A quantia não distribuída, retida pelo administrador de falências por mais de cinco anos, será agora entregue a aproximadamente 10.000 investidores.

Um aspecto notável dessa fase de reembolso é a escolha oferecida aos credores entre receber em bitcoin ou em moeda fiduciária. Estima-se que 20% optaram por receber em dinheiro, o que implica que o administrador possa ter que vender uma parte dos bitcoins detidos. No entanto, o valor exato dos bitcoins a ser distribuído permanece incerto, pois não houve movimento na rede desde 2018.

10 anos de espera

O caso da MT Gox tem sido um ponto focal no mundo das criptomoedas, simbolizando os riscos e a volatilidade do setor. Este processo de reembolso, embora lento, é um passo em direção à resolução de um dos mais notórios casos de falência no mundo das criptomoedas.

Embora alguns credores japoneses já tenham confirmado o recebimento de pagamentos, a maioria dos credores internacionais ainda está aguardando. O administrador enfrenta críticas por atrasos no processo, que alguns acreditam ser devido à complexidade das operações e às próprias vantagens financeiras do administrador em prolongar o processo.

“Fui reembolsado pela Mt.Gox! Como escolhi o pagamento final, acredito que seja um pagamento provisório. Demorou exatamente 10 anos”, diz um investidor japonês.

Além disso, o administrador e seu escritório de advocacia podem enfrentar ações judiciais após a conclusão do processo, com credores buscando uma revisão das despesas reivindicadas durante o longo período da falência.

O processo destaca as dificuldades enfrentadas pelos investidores de criptomoedas em caso de falência de exchanges e levanta questões sobre a eficiência e transparência de tais processos legais.

À medida que o setor de criptomoedas continua a se desenvolver, o caso da MT Gox serve como um lembrete cautelar para investidores sobre a necessidade de maior cuidado com os bitcoins que compram em plataformas centralizadas.

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Vinicius Golveia
Vinicius Golveia
Formado em sistema da informação pela PUC-RJ e Pós-graduado em Jornalismo Digital. Conhece o Bitcoin desde 2014, atuando como desenvolvedor de blockchain em diversas empresas. Atualmente escreve para o Livecoins sobre assuntos de criptomoedas. Gosta de cultura POP / Geek. Se não estiver escrevendo notícias relevantes, provavelmente está assistindo alguma série.

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