“Não subestimem o metaverso”, afirma Fernando Ulrich

Dois grandes especialistas em criptomoedas no Brasil discutiram inovação.

Fernando Ulrich em participação durante programa de Edilson Osório Jr.
Fernando Ulrich em participação durante programa de Edilson Osório Jr. / Reprodução

Em uma live realizada na última quinta-feira (23), Fernando Ulrich e Edilson Osório Jr. conversaram sobre Bitcoin, criptomoedas, CBDCs, além de expor suas opiniões e experiências com o metaverso, assunto mais popular deste último trimestre de 2021.

Embora a definição de metaverso seja ampla e imprecisa, estes mundos digitais possuem todas as características necessárias para se tornarem cada vez mais presentes em nossas vidas, tanto para diversão quanto para trabalho, assim como a internet.

Assim já é considerada uma buzzword — palavra na moda —, sendo necessário olhar para este setor com curiosidade e atenção, afinal ele está repleto de oportunidades, tanto em termos de experiências sensitivas quanto de investimento.

Metaverso é o futuro

A conversa entre os dois grandes nomes do setor de criptomoedas aconteceu no canal EddieOzTV na manhã da última quinta (23). Na oportunidade, ambos relataram as suas experiências com o metaverso.

“É até difícil definir o metaverso, mas é possívelmente que seja a nova iteração da internet, a nova fronteira da internet ou até a evolução da internet”

Na ocasião, Ulrich citou que jogou pingue-pongue em realidade virtual nesta última segunda-feira (20) após conversa sobre o mesmo assunto com Felipe Sant’Ana, da Paradigma Education, e que ficou chocado com a sensação da experiência.

“Isso pra mim foi chocante, onde eu me dei conta que esse negócio possa ser uma evolução e consiga ter experiências, por exemplo, essa conversa aqui se fosse no metaverso, eu acho que ela teria a capacidade de nos dar essa sensação de presença, muito mais do que hoje nós temos”, afirmou Fernando Ulrich.

Indo além, Ulrich também lembrou sua primeira experiência ao usar um bate-papo na internet, em meados de 1995, onde ele conversou com uma pessoa de Hong Kong. Ou seja, assim como a internet evoluiu e hoje tal interação seja comum no ambiente de reuniões empresariais, o mesmo pode acontecer com o metaverso.

Metaverso já está presente há anos

Continuando a conversa, Edilson Osório Jr. comentou sobre as suas experiências com o metaverso relatando que, após se mudar para a Estônia, ficou dois anos longe de sua esposa e que usaram esta tecnologia para manter a proximidade.

“A gente usou realidade virtual para, por exemplo, assistir filmes juntos. Então, a gente coloca o oculus, era uma sala de cinema onde eu me sentava ao lado dela e eu conversava com ela, virava, olhava para o avatar dela do lado… Você tem uma experiência, uma sensação de presença da pessoa”, comentou Edilson Osório Jr.

Concluindo seu relato, Edilson também disse que ele foi orientador de um projeto de faculdade, em 2007, dentro do Second Life, jogo de computador que simula o mundo real. Edilson contou que seus alunos criaram uma loja virtual no jogo, que vendia camisetas e então as entregava no mundo real.

Ou seja, metaversos não necessariamente precisam da tecnologia de realidade virtual e já existem há anos. Mesmo assim, vale lembrar que temos agora as criptomoedas que complementarão ainda mais estes mundos virtuais.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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