Nubank explica a clientes o que é a cruz da morte do Bitcoin

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O Nubank, uma das principais startups do Brasil, costuma postar em seu blog oficial diferentes conselhos para seus clientes sobre investimentos e sobre dinheiro. O curioso é que o banco digital, que é relativamente mainstream e conhecido em todo o Brasil, publicou agora conselhos de investimento em Bitcoin.

Quem está acostumado a acompanhar o preço do Bitcoin através de gráficos e indicadores conhece termos como “Cruz da Morte“, “Cruz de Ouro” e muitos outros. Mas para outras pessoas esses são termos mais complicados. Pensando nisso o NuBank criou um artigo explicando o que a tal da cruz da morte significa para o preço da criptomoeda.

O texto informativo explica o conceito de cruz da morte (que não está apenas ligado o Bitcoin) e também falou sobre as recentes movimentações do preço da criptomoeda, destacando a alta para valores históricos seguidos de uma rápida queda.

“Depois de diversos altos e baixos em 2021, o bitcoin voltou a valer menos de US$ 30 mil no dia 22 de junho – a mesma cotação do final de 2020 e menos da metade dos quase US$ 65 mil em abril deste ano, um recorde histórico que caiu bem rapidamente.”

Entre as muitas explicações, o NuBank destacou os motivos para a queda do Bitcoin, com a repressão aos mineradores na China como o principal catalizador dessa recente queda.

Nubank destaca histórico de preço do Bitcoin

Além da parte didática sobre o famoso termo de Cruz da Morte, o Nubank também aproveitou para falar um pouco também sobre o histórico do Bitcoin, alertando que a criptomoeda já cruzou essa métrica algumas vezes no passado.

“Foi justamente isso o que aconteceu com o bitcoin em 2013 e 2017, anos em que a “cruz da morte” interrompeu o histórico de alta da criptomoeda e levou a quedas expressivas – entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018, o valor caiu cerca de 60%.”

2013 e 2017 foram anos em que a cruz da morte interrompeu momentos de alta e fizeram a moeda perder grande parte do valor. No entanto, períodos seguintes elevaram a moeda para novas altas históricas. O mesmo aconteceu entre 2020 e 2021.

“Em março de 2020, por exemplo, as incertezas da pandemia impactaram o mercado financeiro e levaram o bitcoin à “cruz da morte”, mas logo depois a criptomoeda voltou a valorizar e atingiu recordes nos meses seguintes.”

Curiosamente esses momentos de queda do Bitcoin foram seguidos por meses em que o ativo não só se recuperou, mas conseguiu estabelecer novos níveis de suporte.

Por exemplo: entre 2017 e dezembro de 2020, o valor histórico do Bitcoin tinha sido US$ 20 mil. Hoje, a moeda cair abaixo de US$ 30 mil seria algo catastrófico.

No mais, é interessante ver um nome grande como o Nubank (ligado a um publico financeiro mais jovem) dar destaque para algo que está tendo relevância no Bitcoin.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.

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