Bitcoin: número de carteiras ativas ultrapassa recorde de 2017

São mais de 22.3 milhões de carteiras ativas na rede.

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No mês de janeiro o preço do Bitcoin registrou um novo recorde ao atingir R$ 42 mil, mas não foi apenas esse recorde que a moeda conseguiu. A Glassnode, uma empresa especializada em análise on-chain revelou que no mês passado a rede da criptomoeda registrou um número de carteiras ativas maior que qualquer outro período da história do Bitcoin.

Como o Bitcoin é um ativo descentralizado, as maneiras como esses dados são conferidos é diferente dos ativos centralizados. Para mensurar a atividade na rede da criptomoeda deve-se levar em consideração métricas como: carteiras ativas, fluxos de saída de mineradores e transferências na rede.

Das 3 métricas, a que dá uma visão clara do desenvolvimento da rede é o número de endereços de carteiras ativas. A partir dessa informação é possível visualizar o número de interações na rede da criptomoeda.

22 milhões de carteiras ativas

Foi em 2017 a última vez que o Bitcoin registrou um recorde no número de carteiras ativas, quando atingiu 21,6 milhões, e novamente, no mês passado, janeiro de 2021, o Bitcoin bateu seu próprio recorde, são mais de 22.3 milhões de carteiras ativas na rede.

A Glassnode destacou que essas carteiras são de endereços únicos, isso quer dizer que são endereços que não envolvem grandes exchanges de criptomoedas ou de empresas do setor. São carteiras que estão ativas na rede atuando apenas como remetente ou receptor. 

Segundo a Glassnode, a data em que houve o maior registro de novas carteiras foi o dia 7 de janeiro, quando foram criadas 682.000 carteiras.

Em dezembro de 2017, quando o Bitcoin disparou para perto dos US $ 20.000, o número de novas carteiras na rede foi de 655.000. 

Outro dado relevante referente as carteiras de Bitcoin é que segundo a Chainalysis, em 2020 o número de carteiras com pelo menos 1.000 bitcoins subiu para 2052, 302 a mais que no ano passado.

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Diego Marques
Diego Marques
Começou em 2016 como um dos primeiros redatores do Guia do Bitcoin. Diego tem preferência por notícias que podem influenciar o preço das criptomoedas, mas também gosta de escrever curiosidades do cripto-universo.
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