Salários de funcionários podem ser pagos em criptomoedas nos Estados Unidos

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O que era apenas uma tendência hoje já faz parte do cotidiano de muitos. O mercado de criptomoedas está em pleno crescimento!

Mesmo tendo sido criado em 2008, mas a sua popularização ser há poucos anos, o mercado de bitcoins segue em alta, ainda com as oscilações. Em 2017 a palavra Bitcoin foi a mais procurada no Google, gerando grande movimento no seguimento.

Pagamento em salário através de criptomoedas

Se é possível comprar com ela, há empresas que estão pagando seus funcionários com criptomoedas. Isso já acontece com a Bitwage, uma startup que começou a atender os pagamentos de salários com criptomoedas aos funcionários em julho de 2014.

De acordo, com John Lindsay, Diretor de Operações da Bitwage:

“Estamos lançando uma atualização do nosso sistema em fevereiro de 2019 (atualmente disponível em versão beta), que oferece contas de cobranças exclusivas a trabalhadores sediados no Brasil que trabalham para empregadores dos EUA”, afirmou.

Na prática, isso facilita o pagamento do salário do empregador para o trabalhador de maneira mais rápida e eficiente do que antes.

No caso, o uso é principalmente firmware e middleware e desenvolvedores em nível de aplicativo, mas também soft skills, incluindo suporte ao cliente e gerentes de projeto.

Realidade no Brasil

Hoje existem mais de 13 mil estabelecimentos no mundo que aceitam pagamento em Bitcoin, no Brasil são 200.

É por isso que a Bitwage está assessorando um projeto no sudeste do Brasil.

É porque a tendência é que gateways de pagamento bitcoin (ATMs e gateways de pagamento) são mais rápidos do que os sistemas convencionais porque usam códigos QR similares ao alipay chinês para que o comerciante e o usuário paguem e recebam mais rápido.

Isso consequentemente é mais fácil para os turistas porque eles podem chegar ao país com criptomoedas e não precisam se preocupar com o cartão de débito que não está funcionando, ou com o gateway de pagamento do comerciante devido a limites ou casos de fraude.

De acordo com o consultor financeiro Jonatha Reis, essa é uma tendência onde pessoas e empresas estão decentralizando o mercado financeiro global:

“Este movimento em criptoativos está sendo uma saída para fugir da desvalorização do real! O Bitcoin como, por exemplo, tem um limite de emissão, ao contrário do dinheiro que não há limite pré-estabelecido”, disse.

O consultor ainda afirma que este mercado está vindo acompanhado de grandes Fintechs que estão ancorando as dificuldades enfrentadas pelo impacto irruptivo deste mercado. Conforme ele é, uma tendência que veio pra ficar!

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Angelica Weise
Angélica Weise é jornalista formada pela Unisc, com mestrado pela UFSM. Escreve sobre os mais diversos assuntos, e claro, sobre criptomoedas. E-mail: angelicaweise@hotmail.com Angélica Weise é jornalista e escritora. Nasceu em Agudo (RS), mora na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul (RS), em 23 de abril de 1989. Formou-se em Jornalismo em 2012 na Universidade de Santa Cruz do Sul, UNISC/RS. Fez intercâmbio na Itália e uma especialização em Mídias na Educação na Fundação Universidade Federal, FURGH/RS; além de se preparar para seleção de mestrado em 2014. Começou a trajetória no jornalismo em 2013. Trabalha como jornalista freelancer independente e escreve para os diversos mídias, entre elas, internet (portais e sites) e revistas, sobre sustentabilidade, vida saudável, literatura., Bitcoin e blockchain. Em 2013 lançou o primeiro livro pela editora Multifoco: Jornalismo Literário: uma análise das reportagens de José Hamilton Ribeiro publicadas na Revista Realidade. O livro é fonte de pesquisa para estudantes, pesquisadores e jornalistas.
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