Solana e Dogecoin são as criptos menos correlacionadas com o resto do mercado

De acordo com Talamas, o Bitcoin tem uma correlação positiva com a maior parte das criptomoedas. Mas tanto a Dogecoin quanto a Solana são exceções.

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Dogecoin no carrinho de compra
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Elon Musk, o CEO da Tesla e da SpaceX fez comentários públicos que favoreceram a Dogecoin nos últimos meses. Mesmo assim, alguns riscos ainda são vistos por muitos investidores.

Dogecoin é uma criptomoeda que alcançou notoriedade, não por sua tecnologia, mas por suas baixas taxas de transações e grande popularidade. Investir na moeda, no entanto, é um perigo.

A moeda caiu no gosto de muitos investidores nos últimos meses. Apoiada publicamente por Musk, a moeda acabou no portfólio de investidores que acreditavam que ela poderia ter uma imensa valorização.

Vale o destaque que a Dogecoin realmente ganhou muito valor, chegando a ser a sexta maior criptomoeda em capitalização de mercado. Quem investiu na DOGE há exato um ano teve um lucro de 14.720%, uma alta extrema, que também é muito perigosa.

Isso porque, a moeda não tem atualizações há alguns anos, apesar de desenvolvedores terem retomado os avanços do ecossistema recentemente. Além disso, a criptomoeda está próxima de sua alta histórica, levando riscos à investidores que desejam comprar ela agora.

Solana

A Messari, empresa de análise de criptomoedas, fez um estudo recente que pode ajudar investidores.

De acordo com analistas da empresa, é interessante observar a correlação das criptomoedas.

Segundo a Messari, as criptomoedas com menos correlação com o resto do mercado são a Dogecoin (DOGE) e a Solana (SOL).

Na prática, isso significa que quando a Dogecoin ou a Solana vão em uma direção, o resto do mercado potencialmente faz o inverso. A observação foi feita pela analista da Messari, Mira Christanto.

No levantamento da Messari, a Solana e a Dogecoin se mostraram moedas que possuem baixa correlação com as principais criptomoedas do mercado.

Elas foram destaque no levantamento feito pelo analista Roberto Talamas, que antes da Messari trabalhava com análises para a BlackRock, uma das maiores empresas de gerenciamento de ativos do mundo.

De acordo com Talamas, o Bitcoin tem uma correlação positiva com a maior parte das criptomoedas. Mas tanto a Dogecoin quanto a Solana são exceções.

Para investidores que se arriscam em altcoins, o estudo apresenta um importante fato para se prestar atenção.

Ativos que possuem correlação positiva tendem a ter comportamentos semelhantes, o que também poderia ajudar a encontrar oportunidades de se investir no mercado.

Em um momento em que a dominância do Bitcoin vai abaixo dos 50%, pela primeira vez no ano de 2021, as altcoins mostram que estão ganhando espaço entre investidores.

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Gustavo Bertolucci
Gustavo Bertoluccihttps://github.com/gusbertol
Graduado em Análise de Dados e BI, interessado em novas tecnologias, fintechs e criptomoedas. Autor no portal de notícias Livecoins desde 2018.
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