The Economist diz que o Bitcoin pode ser um bom investimento

Na coluna o The Economist citou o trabalho de Harry Markowitz, um vencedor do Nobel de Economia que explicou a importância de ter um portfólio bem diverso com ativos mais e menos arriscados e voláteis, afirmando que essa é a estratégia para melhores retornos médios.

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Com a evolução do Bitcoin nos últimos anos, cada vez mais jornais críticos começam a ver a moeda como uma forma de investimento interessante. Desde bancos que passaram a se associar ao criptomercado, como o Goldman Sachs, até grandes nomes como Michael Saylor.

Recentemente outro jornal crítico passou a recomendar o Bitcoin, o respeitado The Economist publicou recentemente que a moeda pode oferecer uma boa oportunidade de investimento e está pronta para uma adoção ainda maior.

Na recente edição, do dia 25 deste mês, o The Economist afirmou que criptomoedas poderiam ser uma boa escolha quando o assunto é a diversificação de portfólio de investimentos.

Na coluna, que tem como foco falar sobre as vantagens das criptomoedas em um portfólio diversificado, o colunista do The Economist, John O’Sullivan afirmou que há uma clara falta de correlação entre o criptomercado e os ativos tradicionais do setor financeiro tradicional, já que as moedas digitais são ativos inovadores.

A falta de correlação quer dizer que o criptomercado tem a sua própria volatilidade e não depende de quedas de certas ações e títulos. Isso é importante porque o mercado financeiro é centralizado, ações, títulos e outros ativos de investimento podem variar de preço por diferentes decisões e problemas ligados à empresas e governos.

Enquanto isso é verdade para muitas outras criptomoedas, o Bitcoin tem a sua própria volatilidade movida pelo mercado.

O Bitcoin pode cair ou subir por decisões de empresas e governos também, mas no fundo, as alterações são mais descentralizadas e a “culpa” é distribuída entre a comunidade. A volatilidade do Bitcoin, tal como sua natureza, é volátil.

Na coluna o The Economist citou o trabalho de Harry Markowitz, um vencedor do Nobel de Economia que explicou a importância de ter um portfólio bem diverso com ativos mais e menos arriscados e voláteis, afirmando que essa é a estratégia para melhores retornos médios.

Com isso, ter um ativo em seu portfolio, mesmo que seja de risco, mas que não tem correlação com as ações e títulos que você já investiu é uma excelente forma de diversificar e até mesmo proteger os seus investimentos de diferentes situações. Na contra mão, ações e ativos tradicionais ajudam a proteger contra a inflação do Bitcoin.

Sem dúvidas o Bitcoin é uma moeda resiliente, o ativo já “morreu tantas vezes” que é até comparada com famosos personagens dos desenhos animados. Com a sua insistência em se mostrar uma forma viável de investimento, o BTC continua mudando a opinião de críticos e sendo recomendado até por grandes nomes.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
Bitcoin em alta. Imagem: ShutterStock

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