O preço do bitcoin segue caindo no início de fevereiro de 2026, alcançando a mínima cotação de US$ 60 mil na quinta-feira (5). O movimento abriu espaço para uma nova rodada de críticas públicas, com alguns já prevendo o fim da moeda digital.
Em Real brasileiro, o bitcoin caiu para R$ 319 mil na recente onda de liquidações do mercado. O fundo mostra um ressentimento mundial com novos movimentos de alta no curto prazo.

Um dos críticos que aproveita o que está acontecendo com o bitcoin para tentar acabar com a imagem da moeda é o lendário defensor do ouro e prata, Peter Schiff.
Por meio de sua conta no X, na quinta, ele destilou seu ódio pelo projeto cravando um novo fim para o que chamou de maior mania da história do mundo.
Com um comentário emblemático, Schiff ainda argumentou que os promotores do bitcoin tiveram apenas um sucesso, que foi o de convencer países e grandes empresas a entesourar a moeda digital. A publicação viralizou na rede social de Elon Musk, alcançando 1,1 milhão de views.
“A verdadeira história sobre o Bitcoin não é sua queda de 50%, mas sim o fato de que a maior mania financeira da história provavelmente chegou ao fim. O mais surpreendente é como os idealizadores do projeto convenceram a grande mídia financeira, os bancos de Wall Street e autoridades governamentais eleitas a adotá-lo.”

Dados mostram “Medo Extremo” com queda de 46% desde a máxima histórica do bitcoin em Dólar
Os dados do Terminal Livecoins comprovam o momento de pressão em investidores de bitcoin, com o índice e medo e ganância caindo para apenas 9, em uma escala de 0 a 100. Ou seja, o “Medo Extremo” ganha espaço, enquanto também se coloca como oportunidade de compra para investidores de longo prazo.
Um dos motivos que podem ajudar a explicar o temor é a queda de 45% desde outubro de 2025, um movimento massivo de desvalorização em apenas 4 meses.

O mercado acompanha os indicadores com cautela, enquanto críticos buscam seu espaço na previsão de fim da moeda digital. Desde a criação de Satoshi Nakamoto em 2009, o bitcoin já morreu 462 vezes na visão dos críticos mais famosos.
