A nova geração: crianças no mundo dos criptoativos

De criadores de NFT a mineradores de criptomoedas, as crianças estão cada vez mais interessadas no criptomercado.

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O mundo das criptomoedas tem se tornado mais acessível, visando atrair o maior número de pessoas. Por ser uma área com diversas ramificações e aplicações, o criptomercado se tornou mais atrativo ate mesmo para as crianças, que estão cada vez mais ligadas em inovações e tecnologias.

Utilizando a juventude e criatividade, vários jovens têm criado coisas muito interessantes e lucrativas nesse meio. O próprio Vitalik Buterin idealizou a segunda maior criptomoeda do mundo, Ethereum, quando tinha apenas 17 anos, mas já se interessava por programação desde os 7 anos.

Weird Whales

O projeto “Weird Whales” ou “baleias estranhas” é uma coleção de NFTs que foi criada por um garoto de apenas 12 anos. Benyamin Ahmed, um jovem britânico juntou 300 dólares (cerca de R$1.500) e criou uma coleção com mais de 3 mil imagens de baleias pixeladas.

Projeto Weird Whales de Benyamin Ahmed, que virou NFT — Foto: Benyamin Ahmed via BBC
Projeto Weird Whales de Benyamin Ahmed, que virou NFT — Foto: Benyamin Ahmed via BBC

Com a venda dos NFT na blockchain Ethereum, o garoto conseguiu o equivalente a 2 milhões de reais. Essa é a segunda coleção de arte digital que Ahmed cria, a primeira havia sido inspirada no jogo Minecraft, porém não vendeu tanto.

O garoto, filho de um desenvolvedor de software, já trabalha em uma terceira coleção de arte digital, com tema de super-heróis. O pai o incentivou a codificar desde os 6 anos.

Mineradores mirins

Dois irmãos, Ishaan Thakur, de 14 anos, e sua irmã Aanya, de 9 anos, começaram a minerar criptomoedas em fevereiro deste ano e ganham mais de 30 mil dólares todo mês.

“Começamos porque queríamos aprender algo novo sobre tecnologia – e também ganhar algum dinheiro ao longo do caminho”, disse Ishaan em uma entrevista ao CNBC.

Os irmãos mineram três moedas: bitcoin, ethereum e ravecoin. Para isso, eles moram no Texas, lugar onde há uma boa concentração de mineradores, pois as leis locais são favoráveis a atividade.

Os dois montaram a própria mineradora na garagem de casa e começaram as atividades minerando ethereum com um computador gamer que possuíam.

No primeiro mês a dupla arrecadou US$ 1 mil e reinvestiu os ganhos em mais equipamentos para mineração. Com ajuda do pai, os dois montaram a empresa Flifer Tecnologies no final de abril.

Hoje eles administram 14 rigs de mineração com 82 placas de vídeo. Eles têm ainda outros cinco rigs menores com 12 GPUs dedicados para minerar Ravencoin (RVN). Ishaan disse que aprendeu tudo em vídeos no YouTube e que o dinheiro será usado futuramente para pagar a faculdade de medicina que o jovem pretende cursar.

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Eduarda Lobatohttp://eduarda.substack.com
Libertária e entusiasta de Bitcoin, Blockchain e outras tecnologias relacionadas ao mundo cripto.
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