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Apex Group firma parceria com plataforma DeFi de Donald Trump, a WLFI, para testar stablecoins

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A Apex Group, provedora global de serviços financeiros, e a World Liberty Financial (WLFI), plataforma voltada às finanças descentralizadas (DeFi) e governança digital, anunciaram uma colaboração estratégica para aproximar o universo cripto do sistema financeiro tradicional. A iniciativa prevê a integração da stablecoin USD1, da WLFI, ao ecossistema da Apex Group, com foco em subscrições, distribuições e resgates de ativos tokenizados.

A proposta é incorporar a infraestrutura regulada de stablecoin aos serviços tradicionais de administração de fundos, a fim de simplificar processos de liquidação e ampliar a eficiência operacional para clientes institucionais.

Como parte do acordo, a Apex Group vai avaliar a possibilidade de listar ativos da WLFI — incluindo participações em imóveis e projetos de infraestrutura — na plataforma Digital Market Infrastructure (DMI), da London Stock Exchange Group, sujeita às regulamentações e exigências aplicáveis.

A colaboração prevê também disponibilizar ativos tokenizados no aplicativo móvel da WLFI com apoio da infraestrutura Apex Digital 3.0. Nesse espaço, os usuários poderão administrar seus ativos digitais, integrar contas bancárias e carteiras digitais, além de acessar serviços on-chain.

De acordo com Peter Hughes, fundador e CEO da Apex Group, os clientes estão cada vez mais interessados em soluções baseadas em blockchain que entreguem benefícios tangíveis e redução de custos.

Essa colaboração com a World Liberty Financial nos permite avaliar como o USD1 e a infraestrutura de stablecoins podem modernizar nossa plataforma e serviços, ao mesmo tempo em que nos posicionam para apoiar nossos clientes à medida que a integração de ativos digitais se torna prática padrão“, explica.

Quem compartilha da mesma opinião é Zach Witkoff, CEO e cofundador da World Liberty Financial, plataforma ligada ao presidente Donald Trump dos EUA. “Trabalhar com a Apex Group nos permite demonstrar a enorme utilidade do USD1 dentro da infraestrutura dos mercados de capitais. Essa colaboração acelera nossa missão de tornar os ativos da WLFI acessíveis nas plataformas de serviços financeiros mais consolidadas do mundo“, finaliza o executivo.

Apex no Brasil

Presente no Brasil desde 2020, a Apex Group é líder absoluto na prestação de serviços de administração e custódia para fundos estruturados, de acordo com ranking elaborado a partir de dados da ANBIMA.

A operação brasileira conta com mais de 250 clientes, R$ 500 bilhões sob custódia, cerca de 850 fundos e 250 outras estruturas de investimento para investidores não residentes no Brasil.

Com 112 escritórios ao redor do mundo, a Apex Group gerencia US$ 3,2 trilhões em ativos sob serviço.

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Bruno Costa

Bruno Costa ingressou no jornalismo cripto quando o DeFi ainda era um experimento de nicho e, desde então, tornou-se uma das principais vozes brasileiras na cobertura de finanças descentralizadas e ativos digitais. Atualmente atua como Senior Content Manager na Starkware.co, uma empresa de PR e marketing focada em DeFi, NFTs e crescimento de comunidades Web3. Seu trabalho frequentemente explora como as economias de tokens podem impulsionar a inclusão financeira no país, conectando a adoção de blockchain à realidade local. Ele é Certified Bitcoin Professional (CBP), credenciado pelo CryptoCurrency Certification Consortium (C4). Graduado em Jornalismo pela Universidade Europeia, Bruno aprofundou sua expertise com formações como o curso DAO Fundamentals (EDU Trainings) e o Web3 Solidity Bootcamp (Metana). Sua cobertura inclui adoção de DeFi em mercados emergentes, cultura NFT na América Latina e análises de UX em aplicações descentralizadas. Entre suas principais competências estão reportagem investigativa, análise do mercado cripto, construção de narrativa e estratégia de conteúdo. No Brasil, o público o conhece por portais como Cointimes.com.br, onde é colaborador regular, além de suas reportagens investigativas que revelaram golpes no setor DeFi. Uma de suas séries chegou a contribuir para alertas regulatórios e maior fiscalização por parte da CVM. Seu guia sobre stablecoins alcançou mais de 50 mil leitores e foi referenciado por três grupos acadêmicos de pesquisa, enquanto sua consultoria para uma carteira DeFi ajudou a redesenhar o conteúdo de onboarding e atraiu mais de 10 mil novos usuários. Bruno já foi citado pelo Valor Econômico, fez coberturas presenciais na São Paulo NFT Expo e no Rio Blockchain Meetup, e participou de grandes eventos como a SP Tech Week e a Blockchain Conference Brasil, onde discutiu temas sobre regulação do DeFi, UX e inovação. Curioso e criativo, com um forte foco em conectar tecnologia e cultura, ele costuma lembrar colegas e leitores de que “Journalism should empower readers with clarity in a world full of crypto hype and misinformation.” Disclaimer: Todo o conteúdo aqui apresentado diz respeito a temas de criptomoedas, blockchain e Web3 e possui caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui aconselhamento financeiro, de investimento ou jurídico. As análises refletem a experiência e a pesquisa pessoal do autor. O nome do autor é utilizado como pseudônimo. Sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar decisões no ecossistema cripto.

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Bruno Costa