Carteira permite guardar Bitcoin embaixo da pele

"Moeda da Besta": sistema de armazenamento de criptomoedas funciona através de chips implantados nas mãos.

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Armazenar bitcoin em carteiras implantadas abaixo da pele é um processo que começou a ser desenvolvido em 2014. Através do biohacking é possível armazenar ativos digitais em chips que possuem a função de carteiras digitais. Essa modalidade de armazenamento pode se tornar cada vez mais popular no mercado.

Existem várias formas de armazenar criptomoedas. Além disso, as carteiras digitais podem ser divididas em armazenamento quente (online) ou frio (off-line), onde o dispositivo e ou software não possui contato direto com a internet. Por outro lado, dentre esses tipos de armazenamentos existem também as carteiras físicas, que contam com dispositivos próprios para guardar criptomoedas como o bitcoin.

Empresário inseriu carteiras bitcoin nas mãos

O conceito de carteira para o bitcoin subcutânea foi abordado por Martin Wismeijer há cinco anos atrás. O empresário holandês ficou conhecido por apresentar uma versão de carteira para o bitcoin através de microchips implantados debaixo da pele.

O empresário inseriu uma carteira bitcoin em cada uma das mãos. Além do armazenamento quente, o dispositivo utilizado pelo biohacker pode armazenar bitcoins como uma cold wallet. Sendo assim, desde 2014 o experimento ganhou novos adeptos e empresas especializadas em fornecer chips com informações importantes para serem inseridos em humanos.

Cerca de 100 mil pessoas receberam chips implantáveis

O Dangerous Things está entre as empresas mais conhecidas no mercado que fornecem chips para serem instalados em humanos. Desse modo, segundo um levantamento da empresa, existem cerca de 100 mil pessoas que já receberam algum chip para implante.

Além de armazenar criptomoedas, chips biológicos são utilizados para armazenar informações importantes. Contudo, nesses casos, histórico médico e até alergias poderiam ser armazenadas no chip, em busca de oferecer dados úteis no tratamento de pacientes.

Com um preço que varia entre US$ 99 e US$ 1.000, o Dangerous Thing oferece vários tipos de chips que podem ser implantados sob a pele. Por outro lado, a empresa oferece apenas o chip sendo que a parte de instalação deverá ser realizada em outro estabelecimento, como clínicas de modificação corporal, por exemplo.

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Paulo Carvalho
Paulo Carvalho
Jornalista em trânsito, escritor por acidente e apaixonado por criptomoedas. Entusiasta do mercado, ouviu falar em Bitcoin em 2013, mas era que nem caviar, "nunca vi, nem comi, só ouço falar".
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