Cuidado: bancos e corretoras estão roubando você

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Em tese, a ideia de um fundo de investimento é ótima. Afinal, um gestor profissional e uma equipe de analistas provavelmente vão performar melhor que um cidadão comum.

De maneira similar, o assessor de investimentos traz ferramentas, informações, e ajuda a diversificar a carteira.

No entanto, cada um desses intermediários fica com um percentual da sua grana. Tanto faz se recebe de forma direta ou através de rebates, as comissões.

No caso de uma ação de empresa, é necessário bancar o custodiante, a bolsa, além da corretora de valores. Mesmo na taxa 0% a corretora repassa sua ordem para o market maker, e recebe por isso.

Enfim, ninguém trabalha de graça. Isso vale para ações, fundos, CDBs, COEs, investimentos no exterior, ETFs, e tudo mais. Até no Tesouro Direto dão um jeito de beliscar algo.

Como fugir dessas taxas?

De fato, ao optar pelo mercado financeiro tradicional, não há escapatória. Alguns bancos de investimento oferecem isenção para valores acima de determinado patamar, mas você volta ao problema das taxas embutidas.

Nenhum banco, corretora ou assessor de investimento está fazendo serviço comunitário.

Num mundo onde o juro real é acima de 2%, por exemplo, uma inflação de 5% e retorno médio das carteiras em 7%, não é absurdo pagar taxas, comissões e performance.

No entanto, nos últimos anos vivemos um cenário onde a inflação supera o retorno de carteiras igualmente divididas entre renda fixa, ações e investimento no exterior.

Onde está o golpe?

Você está pagando performance para perder poder de compra. No caso do CDB e Tesouro Direto, como o benchmark é CDI, uma inflação de 14% ao ano já garante seu prejuízo. Ainda vai ter que pagar imposto sobre esse “ganho” fictício.

O mesmo vale para os fundos, que podem até superar o benchmark, mas dificilmente batem a inflação. Lógico, há exceções, chama-se curva normal, mas na média, o investidor não vai retornar 14% descontado os impostos.

Sou um gênio, minha carteira deu 30%

Primeiramente, parabéns. Você está muito fora da curva. Lembrou de colocar a grana no exterior e os imóveis na conta? E aquele sonho de se aposentar aos 65? Já deu uma olhada quanto está o plano de saúde e custo de vida para se manter lá na frente?

Enfim, o sistema fiduciário é um jogo que você nunca irá vencer. Se você pensa que vai conseguir bater a impressora dos Bancos Centrais, está muito enganado. Isso é impossível para uma pessoa comum.

Ok, qual a saída?

Você acaba de responder. A única forma é abandonar esse sistema onde o custo para imprimir dinheiro é quase zero. Dica: Ethereum nasceu com 70 milhões previamente criados. Boa sorte!

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Marcel Pechman
Marcel Pechman é trader e analista de criptomoedas desde 2017. Atuou como trader por 18 anos nos bancos UBS, Deutsche e Safra. Além de YouTuber em seu canal RadarBTC, foi reconhecido em diversas premiações como um dos maiores interlocutores do Bitcoin do país. Maximalista convicto, acredita na falência da moeda fiduciária, aquela emitida por governos.
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