
Comisión para el Mercado Financiero (Crédito: CMF)
A Comissão para o Mercado Financeiro (CMF) do Chile proibiu o funcionamento de corretoras de criptomoedas irregulares no país em decisão anunciada na sexta-feira (26) que atinge empresas com falhas cadastrais.
O órgão regulador cancelou o registro da corretora Plusspay por causa de conexões com a facção criminosa Tren de Aragua, da Venezuela.
Tais ligações acenderam alertas de segurança para os cidadãos com fundos retidos nas contas da plataforma financeira.
Investigadores descobriram o uso da corporação de finanças para dar suporte ao grupo criminoso originário do território da Venezuela.
Desta forma, a empresa perdeu o direito de oferecer qualquer serviço atrelado ao setor de criptoativos aos chilenos.
Diversas entidades não cumpriram as exigências da Lei Fintec e perderam suas licenças oficiais para atuar no mercado nacional. A autarquia listou outras firmas de assessoria após atestar falhas no envio de informações cadastrais no prazo estipulado por lei.
Nomes como a Pixeltec e a Iuinvest também figuram na lista de companhias proibidas de atuar na região.
Estas plataformas não conseguiram comprovar os requisitos da legislação para manter a habilitação de serviços aberta ao público.
Além disso, os diretores destas marcas não solicitaram a autorização para efetuar atividades no tempo previsto pelos auditores.
O governo exige transparência corporativa das instituições para proteger os aplicadores de perdas financeiras não programadas.
As pessoas físicas e jurídicas listadas no comunicado perdem o aval para captar novos clientes no mercado chileno.
Os responsáveis devem repassar as informações exatas sobre o término das atividades para todos os consumidores cadastrados nos aplicativos.
Consumidores com fundos retidos precisam aguardar o processo de encerramento das operações ativas em cada plataforma de investimentos.
As corretoras mantêm a permissão para realizar apenas atos necessários com foco na devolução dos recursos aos aplicadores de criptomoedas.
Fiscais repudiam o envolvimento de prestadores de serviços de pagamento com quadrilhas de lavagem de dinheiro no país.
Investidores devem pesquisar a procedência das corretoras antes de transferir capital da renda pessoal familiar para o exterior. O resguardo das economias exige atenção contínua aos avisos publicados pelas comissões de controle financeiro do estado chileno.
Corretoras regulares seguem as diretrizes locais e garantem o desenvolvimento do ecossistema de finanças e investimentos.