
(Foto/Reprodução)
O conglomerado Hyundai concluiu o primeiro teste corporativo com a stablecoin USDT para cruzar fronteiras financeiras entre os Estados Unidos e México, conforme nota nesta segunda-feira (13).
A filial dos EUA Hyundai Motor America (HMA) transferiu a quantia de US$ 20 mil para a unidade do México Hyundai Motor Mexico (HMM), por meio da plataforma Axiym.
Esta operação transfronteiriça rodou na blockchain Avalanche para atestar a agilidade dos fundos descentralizados.
O processo de envio e verificação exigiu um tempo médio de sete minutos até a sua conclusão total.
Bancos tradicionais costumam pedir prazos superiores a três horas para aprovar este mesmo tipo de liquidação comercial.
A conversão de dólares em criptomoedas reduziu o atrito e mostrou novos caminhos para os negócios globais.
O plano inicial converteu o dinheiro da matriz americana na moeda pareada ao dólar antes do envio ao país vizinho. A subsidiária mexicana recebeu o valor e transformou o saldo em dinheiro fiduciário para finalizar o trajeto.
Além disso, o piloto ilustra uma mudança nas finanças de marcas com operações comerciais espalhadas pelo globo.
Companhias buscam meios de otimizar a gestão de tesouraria com sistemas velozes na internet.
A iniciativa consolida os aportes da Tether na infraestrutura de pagamentos institucionais mundiais.
Desta forma, a provedora reafirma o compromisso com casos de uso no comércio de larga escala.
A divisão Hyundai Card liderou o desenho da remessa durante a prova de conceito nas redes digitais.
O setor supervisionou a revisão de normas aplicadas e as exigências contábeis entre os dois países.
Negócios globais precisam movimentar capital de forma rápida para manter a viabilidade das pontas comerciais.
Assim, as criptomoedas entregam um formato inovador para otimizar os fluxos sem ferir os padrões de controle vigentes.
O diretor executivo da Tether avaliou o avanço prático do piloto automotivo com foco nas ferramentas corporativas. Paolo Ardoino afirmou o papel do ativo digital como ponte entre finanças e os sistemas descentralizados.
A demanda por redes de liquidação atinge níveis elevados entre as corporações de atuação em múltiplas fronteiras. Ardoino explicou a capacidade do modelo para destravar a gestão das operações empresariais com total fluidez.
A próxima fase do projeto vai explorar moedas regionais em novos corredores de pagamentos em outros continentes.
O grupo pretende testar o suporte dos criptoativos para tarefas amplas de tesouraria e controle de capital.