JHSF, dona do Shopping Cidade Jardim cria moeda virtual

Quando um cliente realiza uma compra, ele recebe algumas J Coins, que podem ser usadas para pagar diárias de hotel ou refeições em restaurantes.

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A JHSF, dona do shopping Cidade Jardim e diversos outros empreendimentos, está tendo um momento de crescimento em seus lucros, mesmo durante a atual crise financeira, através de seus muitos negócios a empresa teve um aumento de 50 vezes o seu lucro anterior. Com a boa fase, a empresa pretende avançar o desenvolvimento da sua moeda digital própria.

O grupo tem como principal atividade os empreendimentos que atendem à classe alta, como em restaurantes, shoppings, hotéis e até mesmo incorporações imobiliárias. E enquanto o setor hoteleiro de shoppings teve uma queda considerável durante os últimos meses, outros empreendimentos tiveram aumento de lucros em mais de 400%, como revela a Exame.

Em entrevista para a revista, Thiago Alonso de Oliveira, presidente da JHSF, destacou que esse não é um crescimento repentino, mas sim o resultado de um trabalho contínuo e de uma estratégia bem definida que vem sendo realizada pela empresa desde 2018.

“O desempenho que vimos no segundo trimestre não é algo pontual, é parte de um filme que vem se desenhando desde 2018 e tem curva proporcional à taxa de juros”, disse Thiago.

Ainda segundo o presidente da JHSF, o cenário em relação aos juros para empresas do tipo vem mudando desde 2018. Com a diminuição de certos encargos, a parte da incorporação da JHSF cresceu 189% e pôde apostar em empreendimentos que antes não eram tão interessantes.

Além dos empreendimentos com incorporações, outro setor que ganhou força dentro da empresa foi a de Aeroportos, o que ajudou no aumento total do lucro da companhia.

JHSF quer acelerar o desenvolvimento de uma moeda digital

Shopping Center Cidade Jardim é um dos mais famosos empreendimentos da JHSF.

Como apontado pela Exame, a JHSF possui a J Coin, uma moeda digital que pode ser utilizada em todos os produtos ligados ao grupo. O projeto ainda é recente e está começando a ganhar força entre os clientes dos empreendimentos da empresa.

A ideia por trás do J Coin é criar um programa de fidelidade dinâmico para valorizar os clientes entre os diferentes serviços da empresa.

“A proposta é reconhecer o cliente e mostrar que somos gratos por usar nosso sistema”, afirmou Thiago.

Com o uso da J Coin, quando o cliente realiza uma compra, ele recebe algumas J Coins pela transação, que podem ser usadas para pagar diárias de hotel ou refeições em restaurantes e até mesmo pagar algumas lojas que pertencem aos shoppings administrados pelo grupo.

Com esse retorno, que funciona quase que como um cashback, o dinheiro continua circulando dentro do ecossistema da JHSF e aproxima os clientes dos produtos e serviços da rede.

No entanto, vale ressaltar que essas moedas são completamente diferentes das criptomoedas e das altcoins, já que não envolvem nenhum tipo de criptografia ou o uso da blockchain. Mas ainda assim, demonstra como a digitalização financeira está se tornando comum.

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Matheus Henrique
Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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