“Mais fácil Bitcoin chegar em US$ 50 mil que cair para US$ 20 mil”, diz analista da Bloomberg

Em outubro de 2020, falar que o Bitcoin atingiria a marca de US$ 50 mil poderia ser uma aposta alta de mais, hoje, contudo, a previsão de McGlone parece ser conservadora.

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Com a virada de 2020 para 2021 o Bitcoin manteve toda a força que vinha carregando durante o final do ano passado. Ele não apenas passou da marca dos US$ 30 mil, como continuou subindo e agora bateu a marca dos US$ 40 mil por um curto período, logo antes de corrigir.

Para um dos estrategistas da Bloomberg, essa nova marca vai ser um novo suporte, com muito mais chances de a moeda digital atingir US$ 50 mil do que voltar para os US$ 20 mil.

Com a recente movimentação, o Bitcoin continuou quebrando recordes de preço, estando bem acima do seu nível em 2017. Para muitos essa é uma movimentação normal, esperada meses após o halving, como já tinha acontecido nos anos anteriores.

Para Mike Mcglone, estrategista sênior da Bloomberg, há muito mais chances do Bitcoin atingir o valor de US$ 50 mil do que voltar para níveis mais baixos.

“Visão geral das criptomoedas em janeiro: Bitcoin pode ser melhor do que o ouro – Criptoativos em 2021 estão, inicialmente, lidando com as menores chances do Bitcoin revisitar outros preços por volta de US$ 20 mil vs. o crescente potencial da moeda se manter no caminho para os US$ 50 mil e uma capitalização de mercado de quase US$ 1 trilhão.”

Enquanto a recente alta do Bitcoin pode ser um mistério para a maioria, com alguns falando sobre os efeitos do halving e outros “culpando” o FOMO e a atual crise financeira, a moeda digital continua quebrando seus níveis de resistência.

Em outubro de 2020, falar que o Bitcoin atingiria a marca de US$ 50 mil poderia ser uma aposta alta de mais, hoje, contudo, a previsão de McGlone parece ser conservadora.

Se a criptomoeda manter a alta que está, ela pode atingir US$ 50 mil em questão de dias. Esse seria um aumento de pouco menos de 30%, mas nos 7 primeiros dias de 2021 o ativo valorizou mais de 40%, provando ser capaz de atingir a meta.

Complementando o comentário de McGlone, durante 2020, principalmente após a crise global, o Bitcoin se mostrou superior à valorização do ouro, tendo performado melhor do que o metal precioso.

Aqui no Brasil não é diferente, com a valorização endêmica do real em relação ao dólar, hoje o Bitcoin está sendo cotado na casa dos R$ 220 mil reais, um valor verdadeiramente surpreendente para todos os investidores.

Mas claro, vale lembrar que, assim como há chances do ativo digital alcançar valorizações de 30%, ele também pode cair pela mesma porcentagem, ou mais. Portanto, todo investimento exige estudo.

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Matheus Henrique
Fã do Bitcoin e defensor de um futuro descentralizado. Cursou Ciência da Computação, formado em Técnico de Computação e nunca deixou de acompanhar as novas tecnologias disponíveis no mercado. Interessado no Bitcoin, na blockchain e nos avanços da descentralização e seus casos de uso.
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