Marcos Castro, do Castro Brothers lamenta não ter comprado Bitcoin em 2011

Em 2011 o Bitcoin era negociado por apenas $ 3. O comediante não quis apostar na moeda digital.

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Marcos Castro Bitcoin
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O comediante Marcos Castro, do canal Castro Brothers lamentou no Twitter o fato de não ter apostado em bitcoin. O mais triste da história é que ele teve oportunidade de comprar a moeda digital quando ela tinha um valor pífio.

“Lembro até hoje de uma conversa com Matheus Castro sobre apostar em bitcoin. Não apostamos na época. A época? 2011.” Disse em um post no Twitter.

Marcos Castro é humorista e é um dos nomes mais fortes do stand-up comedy no Brasil, ele tem mestrado em Matemática Aplicada, é webdesigner e músico. Seu canal no Youtube conta com mais de 4 milhões de seguidores, no twitter são mais de 800 mil. No momento da redação dessa matéria a postagem já tinha 773 likes.

Marcos Castro não é o único que não acreditou na moeda digital, muitas pessoas ouviram falar de Bitcoin em 2012 (quando começou aparecer na mídia brasileira) e resolveram não apostar. Muitos por desconfiança e muitos outros ainda por não entenderem de fato como a moeda funciona.

Fato é que em 2011 o bitcoin era negociado por apenas $ 3, assim, qualquer um que tivesse desembolsado, por exemplo, R$ 100 para investir na criptomoeda estaria hoje milionário.

Em 2011 um dólar valia R$ 1,86, com cada bitcoin a 3 dólares, qualquer pessoa poderia ter comprado no mínimo 8 bitcoins investindo apenas R$ 50. Hoje a mesma quantia da moeda digital vale R$ 740 mil.

Hoje o bitcoin ultrapassou a marca de R$ 92 mil, superou os $ 17 mil dólares pela segunda vez na história enquanto o dólar perde valor.

O bitcoin deixou há muito tempo de ser uma moeda do mercado negro e se tornou a principal reserva de valor de várias empresas e bilionários. A capitalização de mercado da moeda digital superou os 300 bilhões, o que a coloca como uma das 20 “ações” mais valiosas do mundo.

O tempo vai passando e vários críticos do Bitcoin vão se dando conta que erraram no passado ao preverem a morte da moeda.

O grupinho dos haters de bitcoin ainda tem algumas figuras exóticas, economistas “renomados”, jornalistas esquecidos gritando por atenção, Youtubers implorando por views e outros tipos de bizarrices.

O mundo dos haters vai ficando cada dia mais insignificante. Diante da alta da moeda, eles ficam escondidos. Mas assim que o Bitcoin começar a ter uma correção eles saem das tocas.

Seja como for, o último que sair que apague a luz.

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