O que diz a maior gestora de ativos do mundo sobre Bitcoin

As opiniões da gestora sobre o Bitcoin são contraditórias, embora seu CEO siga cético em relação ao preço da criptomoeda, a BlackRock vem trabalhando desde o início do ano para usar BTC.

BlackRock e Bitcoin
Gestora BlackRock - Reprodução

Nesta última quarta-feira, Larry Fink, CEO da BlackRock, participou de uma conversa com Andrew Sorkin durante o programa Squawk Box da CNBC. O papo envolveu Bitcoin e a tecnologia blockchain.

Quando perguntado sobre a possibilidade de sua empresa oferecer serviços de criptos, Larry afirmou acreditar que moedas digitais que usam blockchains terão um papel muito importante na sociedade. Apesar disso, criticou o Bitcoin.

Larry destaca, repetidas vezes, que está muito feliz em ver que o Bitcoin está criando uma cultura financeira. Fazendo com que pessoas estudem sobre economia e diversificação de investimentos.

Interessado na tecnologia, nem tanto no preço do Bitcoin

Hoje a BlackRock é a maior gestora do mundo, administrando cerca de 7,4 trilhões de dólares em ativos. Em 2017, seu CEO afirmou que o Bitcoin sofreria por não ter nenhum governo como base. Quatro anos depois, sua opinião não parece ter mudado muito.

Em entrevista a CNBC nesta semana, Larry afirmou que está estudando a tecnologia blockchain e todo conceito cripto, porém acredita que ela terá futuro nas mãos de governos.

Quando questionado se ele continua com sua visão de 2017, na mesma categoria de pensamento de Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, que acredita que o Bitcoin não vale nada, Larry respondeu que sim.

“Provavelmente eu tenho a mesma visão de Jamie Dimon mas eu estou fascinado pelo interesse de tantas pessoas, é fantástico, eu amo o fato de que as pessoas estão procurando investir em coisas diferentes, […] eu não sou um estudante de Bitcoin e não sei onde ele pode chegar, então eu não posso dizer se ele vai ir para 80 mil ou zero…”

Opiniões divergentes

As opiniões da gestora sobre o Bitcoin são contraditórias, embora seu CEO siga cético em relação ao preço da criptomoeda, a BlackRock vem trabalhando desde o início do ano para usar BTC.

Ainda sobre o uso de blockchains, Larry afirmou que o Bitcoin ou uma CBDC como o dólar digital ajudarão clientes globalmente. Isso se deve as suas vantagens em relação a meios antigos e custosos.

Como destacado por Larry, um dos principais efeitos colaterais do Bitcoin foi a educação financeira. Hoje mais pessoas estão interessadas em aprender sobre economia e investimentos graças a criptomoeda.

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Henrique Kalashnikov
Formado em desenvolvimento web há mais de 20 anos, Henrique Kalashnikov encontrou-se com o Bitcoin em 2016 e desde então está desvendando seus pormenores. Tradutor de mais de 100 documentos sobre criptomoedas alternativas, também já teve uma pequena fazenda de mineração com mais de 50 placas de vídeo. Atualmente segue acompanhando as tendências do setor, usando seu conhecimento para entregar bons conteúdos aos leitores do Livecoins.

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